Claritas Total Return FIC FIM

ESTRATÉGIA – Fundo Multimercado Macro de perfil agressivo

2019

O fundo obteve um retorno de 4,60% (1.223% CDI) em dezembro. Em 2019, acumula alta de 14,78% (248% CDI). O mês foi marcado por desvalorização do dólar com alívio das tensões comerciais e recuperação em mercados emergentes. No book macro, reduzimos as posições em juros reais e juros nominais com resultado positivo. Em bolsa, obtivemos bons resultados com as posições direcionais e em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.
No book de renda variável, os destaques positivos foram as posições em JHSF e Via Varejo . Já o destaque negativo foi a posição em JBS .

CARTA MENSAL Call Economista Call Equities Call Macro

O fundo obteve um retorno de -0,36% em novembro. Em 2019, acumula alta de 9,73% (175% CDI). O mês foi marcado por valorização do dólar com pressões idiossincráticas em mercados emergentes, principalmente na América Latina. No book macro, defendemos as posições em juros reais com os juros nominais reduzindo o resultado negativo. Em bolsa, as posições direcionais apresentaram resultado positivo, enquanto os cases específicos apresentaram resultado negativo. Em moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.
No book de renda variável, o principal destaque positivo foi nossa posição em JHSF , que concluiu oferta de ações primária precificada a R$4,75/ação, um aumento de capital de R$ 513 milhões.
Outro destaque positivo foi a posição em São Martinho , que apresentou bons resultados para o segundo trimestre da safra 2019/2020. Por outro lado, um dos principais destaques negativos foi a posição em CPFL . A companhia reportou resultados para o 3T19 levemente abaixo das expectativas, sobretudo por conta do fraco desempenho da CPFL Renováveis, que apresentou menores volumes na geração de energia eólica.

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O fundo obteve um retorno de 2,54% (528% CDI) em outubro. Em 2019, acumula alta de 10,12% (196% CDI). No book multimercado, o mês foi marcado por desvalorização do dólar com movimento de risk on global. Mantivemos as posições de juros nominais em conjunto dos juros reais locais, com bons resultados. Em bolsa, as posições direcionais apresentaram resultado positivo, enquanto os cases específicos apresentaram resultado neutro. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro. Já no book Long & Short, o principal destaque positivo foi a posição direcional em JSL , que se beneficiou da disseminação de seu investment case e da queda das taxas de juros de longo prazo. Outro destaque positivo foi a posição em Sabesp . No final do mês, a comissão especial da Câmara aprovou, por 21 votos favoráveis contra 13, o do projeto de lei que atualiza o marco legal do saneamento. Pelo ladonegativo, o principal destaque foi a posição em Via Varejo . A companhia se encontra em um processo de turnaround, com resultados de curto prazo ainda pressionados.

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O Claritas Total Return FICFIM apresentou resultado de 1,53% no mês (329% CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 7,39% (158% do CDI).

O mês foi novamente marcado por valorização do dólar com sinais mistos em emergentes. O FED cortou novamente a taxa de juros em linhas com as expectativas, mantendo o discurso cauteloso e evitando sinalizações agressivas. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com novas negociações alimentando expectativas de um acordo preliminar. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam o cenário externo, com pouco progresso na agenda de reformas e ruídos políticos, enquanto o Banco Central reduziu a taxa de juros, sinalizando novos cortes adiante. Aumentamos as posições de juros nominais com apostas específicas para a política monetária, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa, as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long& Short, não tivemos grandes destaques positivos. No geral, nossa posição direcional contribuiu positivamente, beneficiada por um cenário externo mais benigno, com o arrefecimento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e a ampliação dos estímulos monetários pelos principais bancos centrais, e pela redução das taxas de juros no Brasil para 5,5%. Por outro lado, o principal destaque negativo foi a posição em Sabesp , que ainda espera pela aprovação do projeto de lei que atualiza o marco regulatório do saneamento no país para a definição sobre a privatização ou capitalização da companhia.

Outro destaque negativo foi a posição em B3, que sofreu decisão desfavorável pela Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)no processo sobre a amortização do ágio gerado na incorporação da Bovespa pela BM&F para fins fiscais, revertendo o parecer favorável que a companhia tinha da turma ordinária.

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O Claritas Total Return apresentou resultado de -0,60% no mês. No ano, o fundo apresenta alta de 5,77% (138% do CDI).

O Claritas Hedge apresentou resultado de -0,09% no mês. No ano, o fundo acumula resultado de 4,61%, equivalente a 110% do CDI.

O mês foi novamente marcado por valorização do dólar e aversão ao risco. O FED manteve seu discurso cauteloso, evitando sinalizações agressivas para a flexibilização monetária. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com nova escalada nas tarifas durante o mês e piora nas negociações. No âmbito doméstico, os ativos locais sofreram com a piora global e a crise na Argentina, enquanto o Planalto ficou preso a polêmicas e as matérias no Congresso seguiram o cronograma de tramitação. Reduzimos as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com resultado negativo. Em bolsa, as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado negativo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

No book Long & Short, o principal destaque positivo no mês foi a posição vendida em Ultrapar , que apresentou resultados para o segundo trimestre do ano abaixo das expectativas. O EBITDA totalizou R$ 642 milhões (-11% y/y) e ficou 16% abaixo do consenso, sobretudo por conta de volumes mais fracos no Ciclo Otto e uma margem pior que o antecipado. As outras unidades de negócio também desapontaram, levando o lucro líquido a somar R$ 127 milhões, uma queda de 55% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Por outro lado, o principal destaque negativo foi a posição comprada em BTG Pactual , que teve seu nome envolvido em mais uma investigação da Operação Lava Jato por conta de uma denúncia anônima detalhando supostos esquemas de lavagem de dinheiro. Em comunicado ao mercado, o banco negou qualquer irregularidade relacionada a desvios de recursos, alegando que as operações descritas são impossíveis de serem realizadas do ponto de vista técnico e regulatório. Outro destaque negativo foi a posição comprada em Vale , que foi pressionada pela desvalorização do minério de ferro no mês. O acirramento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China fez aumentar a preocupação em torno da desaceleração do crescimento global, levando a uma queda de 26% nos preços da commodity.

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O Claritas Total Return apresentou resultado de 1,82% no mês (320% do CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 6,41% (175% do CDI).

O mês foi marcado por valorização do dólar e volatilidade. O FED cortou a taxa de juros, mas com uma sinalização cautelosa, olhando como um ajuste e não um novo ciclo. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com um novo impasse complicando as negociações e impactando o crescimento global. No âmbito doméstico, os ativos locais ficaram contidos após a aprovação da reforma da previdência em primeiro turno na Câmera e sem grandes desdobramentos durante o recesso branco do Congresso. O Banco Central retomou a flexibilização monetária sinalizando espaço para novos ajustes no grau de estímulo. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais com opções específicas para as próximas reuniões do copom, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Aumentamos nossa exposição direcional em bolsa local e em cases específicos que apresentaram bons resultados positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long & Short, o principal destaque positivo no mês foi a posição em Via Varejo . Após a pulverização de seu capital com a saída do Grupo Pão de Açúcar e dando continuidade à contratação de nomes de peso do varejo para compor o quadro de diretores que irá liderar o processo de turnaround da companhia, a Via Varejo anunciou que Helisson Lemos assumirá o cargo de Chief Digital Officer

Outro destaque positivo foi a posição em Sabesp . No mês, o Governador João Dória afirmou que a privatização da companhia é a melhor opção para o Estado e, no Congresso, ganhou força a defesa pela votação do projeto de lei sobre o novo marco regulatório do saneamento básico logo após a aprovação da Reforma da Previdência

Por outro lado, o destaque negativo foi a posição em Petrobras , que apresentou dados de produção para o segundo trimestre abaixo das expectativas

CARTA MENSAL Call Economista Call Equities Call Macro

O Claritas Total Return apresentou resultado de 2.42% no mês (516% do CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 4,51% (147% do CDI).
O mês foi marcado por desvalorização do dólar e retomada do risco. O FED sinalizou espaço para cortes nos juros a depender do impacto das incertezas em seu cenário base. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com uma nova trégua possibilitando a retomada das negociações apesar de grandes divergências, e em meio a novos dados negativos para a atividade global. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam a recuperação, com a conjuntura política interna apresentando desdobramentos positivos. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.
No Book Long & Short, o principal destaque positivo foi a posição em Movida , que se beneficiou da queda nas taxas de juros de longo prazo dada sua alta intensidade em capital. Além disso, a companhia está apresentando bom momento operacional e a expectativa é de uma melhora sequencial dos resultados.
Outro destaque positivo foi a posição em Petrobras , que deu prosseguimento ao seu plano de desinvestimento de ativos após o Supremo Tribunal Federal julgar que a venda de subsidiárias de estatais não precisa do aval do Congresso. Nesse contexto, a Petrobras concluiu a venda de 90% de sua participação na TAG, iniciou a etapa de divulgação de oito ativos de refino, que representam 50% da capacidade de refino nacional, e registrou oferta pública secundária para a venda de sua participação na BR Distribuidora.
Por outro lado, o destaque negativo foi a posição em CPFL , que ficou pressionada pela oferta primária de ações, precificada a R$27,50/ação, abaixo da faixa indicativa inicial (R$29,30 – R$35,30). A escolha por uma oferta restrita, o pouco tempo dedicado ao investor education, e ofertas concorrentes no setor, contaminaram o processo de precificação. Acreditamos, entretanto, que a empresa é uma opção líquida, de qualidade e com múltiplos descontados em relação ao seu histórico e em relação aos seus pares, e que um processo de re-rating deve acontecer naturalmente à medida que o mercado passe a conhecer melhor a empresa.

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O Claritas Total Return apresentou resultado de 2.42% no mês (516% do CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 4,51% (147% do CDI).
O mês foi marcado por desvalorização do dólar e retomada do risco. O FED sinalizou espaço para cortes nos juros a depender do impacto das incertezas em seu cenário base. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com uma nova trégua possibilitando a retomada das negociações apesar de grandes divergências, e em meio a novos dados negativos para a atividade global. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam a recuperação, com a conjuntura política interna apresentando desdobramentos positivos. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.
No Book Long & Short, o principal destaque positivo foi a posição em Movida , que se beneficiou da queda nas taxas de juros de longo prazo dada sua alta intensidade em capital. Além disso, a companhia está apresentando bom momento operacional e a expectativa é de uma melhora sequencial dos resultados.
Outro destaque positivo foi a posição em Petrobras , que deu prosseguimento ao seu plano de desinvestimento de ativos após o Supremo Tribunal Federal julgar que a venda de subsidiárias de estatais não precisa do aval do Congresso. Nesse contexto, a Petrobras concluiu a venda de 90% de sua participação na TAG, iniciou a etapa de divulgação de oito ativos de refino, que representam 50% da capacidade de refino nacional, e registrou oferta pública secundária para a venda de sua participação na BR Distribuidora.
Por outro lado, o destaque negativo foi a posição em CPFL , que ficou pressionada pela oferta primária de ações, precificada a R$27,50/ação, abaixo da faixa indicativa inicial (R$29,30 – R$35,30). A escolha por uma oferta restrita, o pouco tempo dedicado ao investor education, e ofertas concorrentes no setor, contaminaram o processo de precificação. Acreditamos, entretanto, que a empresa é uma opção líquida, de qualidade e com múltiplos descontados em relação ao seu histórico e em relação aos seus pares, e que um processo de re-rating deve acontecer naturalmente à medida que o mercado passe a conhecer melhor a empresa.

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