Claritas Total Return FIC FIM

ESTRATÉGIA – Fundo Multimercado Macro de perfil agressivo

2021

O Claritas Total Return obteve desempenho de -0,56% em outubro/21. No ano, resultado de -1,74%.

O mês de outubro foi de recuperação nas bolsas globais, a despeito da alta nas curvas de juros e perspectiva de retirada dos estímulos por parte dos Bancos Centrais. As preocupações relacionadas ao crescimento global seguiram em destaque, com a economia da China em desaceleração e riscos no setor imobiliário. O agravamento da crise energética mundial contribuiu para a piora das expectativas de inflação, ampliando as pressões do lado da oferta e os problemas nas cadeias produtivas. No ambiente doméstico, os ativos passaram por uma das piores perdas desde o início da pandemia. O anúncio de expansão das despesas acima das expectativas e revisão do teto dos gastos, levou a uma quebra do cenário econômico e questionamento do arcabouço fiscal, com abandono do pilar de sustentabilidade das contas públicas vigente desde 2016. O Banco Central reagiu com uma alta da taxa de juros de 150bps, sinalizando outro aumento da mesma magnitude na reunião seguinte.

No book macro, mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado negativo. Aumentamos a posição tomada em Juros Americanos com bons resultados. Em bolsa, reduzimos novamente o portfólio, com destaque negativo para os setores de mobilidade, logística e varejo. Mantivemos uma exposição pequena em bolsas globais com resultado positivo. No book de moedas, obtivemos retorno neutro no Real e em cross de países Desenvolvidos e Emergentes.

No book Long Short, o principal destaque positivo foi a posição comprada em São Martinho. Por outro lado, Vamos e Assaí foram destaque negativos.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de -1,02% em setembro/21. No ano, resultado de -1,19%.

O mês de setembro interrompeu a sequência de altas nas bolsas, com riscos para à atividade global aumentando frente as mudanças regulatórias na China, riscos financeiros advindos do setor de construção chinês e os choques de oferta. O presidente do FED reconheceu que as condições para retirada dos estímulos foram praticamente alcançadas, e o anúncio virá em breve. No ambiente doméstico, as projeções de inflação seguiram em trajetória negativa, mas o Banco Central preferiu manter o ritmo de alta da taxa de juros em 100 pontos base, sinalizando que elevará os juros ao patamar que for necessário para atingir a meta de inflação no horizonte relevante. Na conjuntura política, vimos um arrefecimento da crise institucional ao longo do mês, mas as preocupações fiscais seguem sem solução, e a ameaça de extensão do Auxílio Emergencial eleva o risco ao arcabouço do teto dos gastos.

No book macro, mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado positivo. Aumentamos a posição tomada em Juros Americanos com bons resultados. Em bolsa, reduzimos o portfólio devido a deterioração do cenário para a classe de ativo, com destaque negativo para os setores de mineração e varejo. Reduzimos também a nossa alocação em bolsas globais com resultado negativo. No book de moedas, obtivemos retorno negativo no Real, e em cross de países Desenvolvidos e Emergentes.

No book Long Short, os principais destaques positivos foram nossas posições compradas em Marfrig e Assaí. Por outro lado, Simpar foi um destaque negativo.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de -2,22% em agosto/21. No ano, alta de -0,18%.

O mês de agosto deu continuidade à alta das bolsas globais com a recuperação do mercado asiático. Os dados econômicos seguiram em um patamar elevado, mas com surpresas negativas nas últimas divulgações – principalmente nos Estados Unidos, confirmando as preocupações de um pico nas expectativas de crescimento. O debate de retirada dos estímulos globais permaneceu em destaque ao longo do mês, enquanto a variante Delta continuou se espalhando. Até o momento o processo de vacinação tem evitado uma deterioração maior. O presidente do FED reconheceu a recuperação do emprego, mas ainda espera novos dados antes de anunciar o início do processo de redução dos estímulos, além de seguir monitorando a alta da inflação e os aspectos transitórios. No ambiente doméstico, os ativos sofreram perdas relevantes, descolando novamente do cenário externo. As projeções de inflação foram revisadas para cima, com a piora da crise hídrica e da composição do índice. O Banco Central sinalizou que levará a Selic para patamares restritivos. Na conjuntura política, a crise institucional piorou ao longo do mês, assim como as preocupações fiscais que seguem sem solução, renovando o risco ao arcabouço do teto dos gastos.

No book, mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado negativo. Mantivemos a posição tomada em Juros Americanos. Em bolsa, optamos por reduzir taticamente o portfólio devido a deterioração do cenário local, com destaque negativo para os setores de mobilidade, mineração, além de varejo e malls. Mantivemos a nossa alocação em bolsas globais com resultado positivo, porém o resultado todo do book de bolsa foi negativo. No book de moedas, obtivemos retorno neutro no Real e neutro em moedas de países Desenvolvidos e em cross de Emergentes.

No book Long Short, o principal destaque positivo foi nossa posição em CPFL, que apresentou bons resultados para o segundo trimestre do ano, refletindo o crescimento de volumes e aumento de tarifas na distribuição e maior geração de energia eólica. por outro lado, o principal destaque negativo foi nossa posição em Vamos.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de -0,12% em julho/21. No ano, alta de 2,09% (128% CDI).

O mês de julho deu continuidade à alta das bolsas americanas e europeias, enquanto o mercado asiático sofreu quedas relevantes. Os dados econômicos seguiram em um patamar elevado, mas com preocupações maiores para um pico nas expectativas de crescimento. O debate de retirada dos estímulos globais permaneceu em destaque ao longo do mês, enquanto a variante Delta continuou se espalhando, sendo responsável pela maior parte das novas infecções nos países desenvolvidos. Até o momento o processo de vacinação tem evitado uma deterioração maior. O FED reconheceu o fortalecimento da economia, mas ainda espera progresso positivo, principalmente nos dados de emprego antes de anunciar o início do processo de tapering, além de seguir monitorando a alta da inflação e os aspectos transitórios. No ambiente doméstico, os ativos sofreram perdas, descolando do cenário externo. As projeções de inflação foram revisadas para cima, impactando as expectativas para o ciclo de elevação de juros do Banco Central, com estimativas da Selic em patamares restritivos. Na conjuntura política, o recesso reduziu as notícias relacionadas a CPI da Covid no Senado, mas, as preocupações fiscais retornaram ao cenário no fim do mês, renovando o risco de flexibilização do teto dos gastos.

No book Macro, mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado negativo. Mantivemos a posição tomada em Juros Americanos com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, dentre eles os setores de commodities e setor ligado a mobilidade e logística que se destacaram e apresentaram bons resultados no mês. Mantivemos a nossa alocação em bolsas globais com resultado positivo. No book de moedas, obtivemos retorno negativo em moedas de países Desenvolvidos, no Real e em cross de Emergentes.

No book Long Short, os principais destaques positivos foram nossas posições nas empresas do Grupo Simpar, Vamos e Movida, que apresentaram resultados fortes para o segundo trimestre do ano, superando as expectativas do mercado.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 0,10% (33% CDI) em junho/21. No ano, alta de 2,21% (174% CDI).

O mês de junho deu continuidade à alta das bolsas internacionais. Os dados econômicos seguiram fortes. A situação da COVID-19 segue desafiadora com a variante Delta. A decisão do FED iniciou o debate sobre as discussões de tapering e alta das projeções dos membros, levando a reprecificação dos vértices intermediários da curva de juros e fortalecimento do dólar. No ambiente doméstico, a surpresa positiva na divulgação do PIB, a perspectiva de crescimento maior para o ano e aspectos técnicos da alta inflação forneceram alívio para as métricas de risco da dívida pública, impulsionando os ativos locais. Porém, o envio da reforma tributária no fim do mês e a deterioração da conjuntura política, contiveram a melhora do mercado acionário. O Banco Central elevou em 0.75 p.p a Selic.

No book Macro, Mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado negativo. Mantivemos a posição tomada em Juros Americanos com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, dentre eles os setores de commodities e setor ligado a mobilidade e logistica domestica que se destacaram e apresentaram bons resultados no mês. Mantivemos a nossa alocação em bolsas globais com resultado positivo. No book de moedas, obtivemos retorno negativo em moedas de países Desenvolvidos e retorno positivo no Real e em cross de Emergentes. No book Long Short, o principal destaque positivo foi nossa posição em Vamos. Outro destaque positivo foi nossa posição em Petrobras, que assinou o contrato de coparticipação do campo de Búzios. Além de vender sua participação na BR Distribuidora. Por outro lado, um dos principais destaques negativos foi nossa posição em Suzano, que continuou pressionada pela apreciação do Real em relação ao Dólar no mês, em adição a uma ligeira queda nos preços de celulose no mercado chinês.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 1,11% (415% CDI) em maio/21. No ano, alta de 2,11% (220% CDI).

O mês deu continuidade à alta das bolsas globais. Os dados econômicos seguiram fortes, mas o destaque ficou para a surpresa em inflação. A última ata do FED mostrou o início do debate a respeito da redução do programa de compra de ativos, aumentando a volatilidade nas curvas de juros. No ambiente doméstico, os ativos acompanharam o cenário externo favorável e as revisões positivas para o crescimento do ano. A conjuntura política seguiu apresentando um otimismo maior com o debate para as reformas e um ruído menor da CPI na COVID-19 no Senado. O Banco Central elevou a SELIC em 0.75%, em linha com seu discurso recente.

No book Macro, Mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado positivo. Mantivemos a posição tomada em Juros Americanos com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, apresentando bons resultados. Mantivemos a nossa alocação em S&P 500. No book de moedas, obtivemos retorno negativo em moedas de países Desenvolvidos e retorno positivo no Real e em cross de Emergentes.

No book Long Short, os principais destaques positivos foram nossas posições nas empresas do Grupo Simpar. Por outro lado, um dos principais destaques negativos foi nossa posição em Suzano, que ficou pressionada por conta da apreciação do Real em relação ao Dólar, enquanto os preços da celulose se mantiveram estáveis no mês.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 0,98% (473% CDI) em abril/21. No ano, alta de 0,99% (143% CDI).

O mês de abril deu continuidade à alta das bolsas globais, em consonância com os dados econômicos fortes e as surpresas positivas, enquanto as curvas de juros recuaram. O desempenho relativo entre países no enfrentamento a pandemia seguiu em evidência, reforçando a situação desafiadora nos países emergentes. O FED manteve a sinalização de que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado, mas reconheceu a melhora da economia. No ambiente doméstico, a resolução do orçamento de 2021 trouxe um alívio, ao evitar a reedição do Estado de Calamidade, liberando o mercado para acompanhar o movimento externo com uma melhora no preço dos ativos. A conjuntura política seguiu instável com o avanço da CPI da COVID-19 no Senado, mas o presidente da Câmara dos Deputados demonstrou engajamento na retomada da agenda de reformas.

No book Macro, fizemos um hedge dinâmico nos Juros Nominais para as posições em Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com bons resultados. Reduzimos a posição tomada em Juros Americanos com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, apresentando uma boa performance. Aumentamos a nossa alocação em S&P 500 com resultado positivo. No book de moedas, mantivemos posições em cross de Desenvolvidos/Emergentes e utilizamos o Real como hedge, com resultado negativo.

No book Long Short, o principal destaque positivo foi nossa posição em Vamos, que apresentou um início de ano bastante forte, com lucro líquido de R$ 73 milhões no primeiro trimestre de 2021.

Outro destaque positivo foi nossa posição em Vale, que continuou a se beneficiar da alta nos preços de minério de ferro.
Por outro lado, um dos destaques negativos foi nossa posição comprada em Lojas Renner, que concluiu aumento de capital de R$ 4 bilhões, levando a uma diluição de 12,8%.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 0,17% (85% do CDI) em março/21. No ano, o fundo acumula resultado de 0.01%, equivalente a 1% do CDI.

O mês de março deu continuidade a alta das curvas de juros e das bolsas globais, em consonância com as surpresas positivas em dados econômicos. Porém ganhou destaque o desempenho relativo entre países no enfrentamento a pandemia, com a ressurgência nos casos do coronavírus, novas variantes e atrasos na campanha de vacinação na Europa e piora em países emergentes, enquanto os Estados Unidos superaram as metas de vacinação, o pacote fiscal do novo governo foi aprovado e um novo plano de investimento em infraestrutura foi apresentado. O FED manteve a sinalização de que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas, não demonstrando preocupação com a alta recente das taxas de juros. O ambiente doméstico seguiu em deterioração: com o pior momento do coronavírus, disseminação de novas cepas, novas medidas de lockdown, novas incertezas fiscais em torno do orçamento e as tentativas de enfraquecimento do teto dos gastos nos embates políticos. O Banco Central surpreendeu as expectativas com um ritmo maior na primeira alta dos juros, mas apontou para uma normalização parcial e uma Selic final ainda em patamar estimulativo., após a intervenção do Executivo na Petrobras levaram a piora de todos os ativos.

No Book Macro, fizemos um hedge dinâmico em Juros Nominais para as posições em Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a posição tomada em Juros Americanos com bons resultados. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, apresentando bom resultado. Aumentamos a nossa alocação em S&P 500 com resultado positivo. No book de moedas, operamos dinamicamente posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

No book Long & Short, o principal destaque positivo foi a posição comprada em Gerdau, que continua a se beneficiar de uma forte demanda por aço tanto no mercado doméstico quanto no internacional. Além disso, a expectativa pelo anúncio de um pacote robusto voltado para investimentos em infraestrutura pelo governo Biden nos Estados Unidos trouxe mais otimismo para o setor. Por outro lado, um dos principais destaque negativos foi nossa posição em JSL, apesar de a companhia ter apresentado resultados positivos para o último trimestre de 2020, com EBITDA estável em R$ 121 milhões, mostrando a resiliência do negócio mesmo em um cenário desafiador. Outro destaque negativo foi nossa posição em Suzano. Apesar do contínuo aumento nos preços da celulose nos mercados internacionais e da desvalorização do Real, a ação ficou pressionada por um movimento de realização de lucros após forte alta do papel nos últimos meses.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 0,64% (474% CDI) em fevereiro/21. No ano, -0.16%.

O mês foi de alta nas curvas de juros e recuperação nas bolsas globais, com a desaceleração nos números de casos de coronavírus em países em que a campanha de vacinação está bem encaminhada, resultando em um otimismo com a atividade global, além de surpresa positiva em dados econômicos e nova alta nos preços de commodities. O FED manteve a sinalização de que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas, não demonstrando preocupação com a alta recente das taxas de juros. O pacote fiscal do Governo Biden foi aprovado na Câmara e segue em negociação no Senado. O ambiente doméstico seguiu na contramão do cenário externo: a baixa disponibilização de vacinas, o pior momento do coronavírus com a disseminação de novas cepas, as incertezas fiscais com a volta do auxílio emergencial e as dúvidas sobre os rumos da política econômica, após a intervenção do Executivo na Petrobras levaram a piora de todos os ativos.

No book macro, fizemos um hedge dinâmico em Juros Nominais para as posições em Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a posição tomada em Juros Americanos com bons resultados. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto acrescentamos novos cases. Operamos posições táticas em S&P 500 com resultado negativo. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long & Short, o principal destaque negativo foi nossa posição comprada em Petrobras, devido ao impacto da intervenção do Governo Federal na estatal. por outro lado, as demais exportadoras foram os destaques positivos do fundo, que continuaram a se beneficiar da valorização do dólar frente ao real e do aumento nos preços das commodities, além de apresentarem resultados fortes para o último trimestre de 2020. Os principais destaque são Vale, que apresentou EBITDA de US$ 9,1 bilhões (+46% q/q, +95% y/y), impulsionado por maiores preços realizados de minério de ferro e uma recuperação nos volumes, e Suzano, que reportou EBITDA de R$ 4,0 bilhões (+5% q/q, +61% y/y), sobretudo por conta de maiores volumes enquanto o preço realizado se manteve estável. Tendo em vista a alta no preço da celulose nos últimos meses, a Suzano anunciou aumentos em diversos mercados, o que deve sustentar seus resultados.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de -0,80% em janeiro de 2021.

O mês foi de queda nos ativos globais de risco com o aumento nos casos do Coronavirus, disseminação de novas cepas e novas medidas de lockdown em alguns países. O FED manteve o tom cauteloso afirmando que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas. O Governo Biden teve início nos Estados Unidos após uma conclusão turbulenta e tumultuada do mandato de Trump. No âmbito doméstico, as incertezas associadas a campanha de vacinação e o impacto na recuperação econômica potencializaram a deterioração externa no preço dos ativos. As eleições do Legislativo dominaram a conjuntura política, enquanto a atuação do Executivo e as crises sanitárias ficaram em evidência.

No book macro, realizamos alocações táticas em juros nominais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a alocação em Juro Real com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto acrescentamos novos cases. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

No book Long & Short, no mês, o principal destaque positivo foi nossa posição em Vamos, que realizou sua estreia na bolsa brasileira no final do mês Além de apresentar um grande potencial de crescimento, o modelo de negócios possui uma rentabilidade atrativa e o perfil de longo prazo dos contratos traz resiliência aos resultados. Outro destaque positivo foi nossa posição em Grupo NotreDame Intermédica, que recebeu proposta de fusão com a Hapvida. Por outro lado, nossa posição em Via Varejo foi um dos destaques negativos, acompanhando a queda do índice.

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2020

O Claritas Total Return obteve desempenho de 1,28% em dezembro (779% CDI). Em 2020, o fundo apresentou alta de 6,91% (250% CDI).

O mês foi de alta nos ativos globais de risco com o início das campanhas de vacinação em vários países e a aprovação de novos estímulos, enquanto o número de casos do Coronavírus seguiu deteriorando. O FED ajustou a orientação para sua compra de ativos, sugerindo que o programa pode continuar por mais tempo.

No âmbito doméstico os ativos seguiram o risk on externo. Na conjuntura doméstica apesar de todas as incertezas o ano terminou sem alterações das regras fiscais vigentes e sem a criação de despesas que burlassem o teto dos gastos. O Congresso aprovou a LDO de 2021 evitando a paralisação, mas a disputa pela sucessão no Legislativo segue acirrada.

No book macro, realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e inflação implícita com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com bons resultados. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

No book Long & Short, o principal destaque positivo foi nossa posição em BTG Pactual. A tese de financial deepening continua se fortalecendo, com a manutenção das expectativas de taxas de juros mais baixas levando um número crescente de pessoas a buscar investimentos mais arrojados. Outro destaque positivo foi nossa posição em Simpar. A sua controlada, CS Brasil, ganhou a concessão para a prestação de serviços de movimentação e armazenagem de dois portos no complexo de Aratu, na Bahia. Por outro lado, os destaques negativos foram nossas posições no setor de varejo, em Via Varejo e Lojas Renner, que ficaram pressionadas pelo avanço da segunda onda de contaminação da Covid-19 no país, elevando as preocupações com a imposição de novas restrições à mobilidade, e pelas incertezas com relação ao impacto ao fim do auxílio emergencial sobre as vendas.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 1,28% em novembro (859% CDI). Em 2020, o fundo acumula alta de 5,56% (214% CDI).

O mês foi de alta nos ativos globais de risco com a conclusão das eleições americanas e progresso relevante no desenvolvimento das vacinas, enquanto o número de casos do Coronavírus seguiu deteriorando. No âmbito doméstico os ativos apresentaram grande recuperação seguindo o risk on externo. A conjuntura doméstica ficou paralisada aguardando a conclusão das eleições municipais e observando os atritos de sucessão no Legislativo. A incerteza continua elevada para o andamento das reformas e o final do ano.

No book Macro, realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado neutro. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com bons resultados. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo. O caixa retornou à normalidade esse mês seguindo o CDI.

No book Long & Short, a principal destaque positivo foi nossa posição em Vale, que se beneficiou da alta nos preços do minério de ferro (+11% no mês). Outro destaque positivo foi nossa posição em São Martinho, que apresentou bons resultados para o segundo trimestre da safra 2020/2021, com crescimento de 22,8% y/y no EBITDA, que totalizou R$ 476 milhões, e melhora de 110 bps na margem, refletindo a estratégia da companhia em direcionar um mix maior para a produção de açúcar, beneficiando-se dos maiores preços deste produto em relação ao etanol. Por outro lado, um dos destaques negativos no mês foi nossa posição vendida em Azul. Apesar da segunda onda de contaminação do coronavírus (Covid-19) ainda trazer preocupações, avanços positivos nos testes das vacinas em estudo beneficiaram a ação.

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO CARTA MENSAL Call Economista Call Equities Call Macro

O Claritas Total Return obteve desempenho de -0,12% em outubro. Em 2020, o fundo acumula alta de 4,22% (173% CDI).

O mês foi de queda nos ativos globais de risco, com o nervosismo das eleições americanas, piora nos casos do Coronavírus e retorno das medidas de lockdown. No âmbito doméstico os ativos continuaram piorando, com a pressão fiscal e grande incerteza sobre o andamento das reformas. A conjuntura política segue instável, congestionada com o calendário eleitoral e o fim do ano, enquanto a atuação econômica do governo apresentou um alinhamento maior ao longo do mês. O Banco Central manteve os juros inalterados, considerando apropriado o estímulo atual e o forward guidance, mas reforçando a assimetria do cenário com o risco fiscal.

No book macro, realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo. O caixa apresentou maior instabilidade refletindo a alta dos prêmios nos títulos públicos, reduzimos ainda mais os prazos buscando minimizar as oscilações.

No book Long & Short, a principal contribuição positiva foi nossa posição vendida em Azul. A ação sofreu com o aumento expressivo nos casos de coronavírus (Covid-19) na Europa e com o anúncio de novas medidas de restrição à mobilidade em alguns países da região. Como destaques negativos, temos JBS, que foi pressionada devido à compressão nos spreads da carne bovina. (desaceleração na importação pela China somado à redução na disponibilidade de gado para abate, aumentando o custo da matéria prima), e Via Varejo, pressionada pela queda vista nos índices de confiança durante o mês e pelas incertezas sobre a revisão dos programas sociais do governo.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de -2,32% em setembro. Em 2020, o fundo acumula alta de 4,34% (190% CDI).

O mês foi de realização nos ativos globais de risco, com a aproximação das eleições americanas e piora nos casos do Coronavírus. O FED manteve inalterada a taxa de juros, reforçando a mudança no mecanismo de metas de inflação e procurando ampliar o impacto do estímulo nas expectativas, além de manter a postura cautelosa em relação a atividade. No âmbito doméstico os ativos continuaram piorando, com a pressão fiscal, possibilidade de flexibilização no teto dos gastos e grande incerteza sobre o andamento das reformas. O Banco Central manteve uma cautela maior, acompanhando de perto a continuidade do framework fiscal.

No Book Macro, realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com contribuição negativa. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

No book Long & Short, a principal contribuição positiva foi nossa posição em Gerdau, que se beneficiou da apreciação do Dólar frente ao Real. Além disso, a companhia deve apresentar uma recuperação mais rápida que o inicialmente esperado, com a alta na demanda por aço refletindo a retomada da atividade global e a resiliência do setor de construção civil no Brasil.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de -1,31% em agosto. Em 2020, o fundo acumula alta de 6,82% (321% CDI).

O mês deu continuidade a valorização dos ativos globais de risco, com dados econômicos indicando retomada da atividade e condições financeiras acomodatícias seguindo os estímulos implementados. Apesar da preocupação com o número de casos do Coronavirus, outros tópicos ganharam destaque com
as eleições americanas se aproximando. O FED alterou seu mecanismo de metas de inflação, procurando ampliar o impacto do estímulo nas expectativas, além de manter a postura cautelosa em relação a atividade. No âmbito doméstico os ativos apresentaram um descolamento relevante devido ao risco fiscal e descontrole nos gastos do governo, com grande incerteza sobre o andamento das reformas e a trajetória irreversível de curto prazo. O Banco Central não fechou a porta para novas flexibilizações, mas indicou cautela maior com a assimetria no balanço de riscos.

No Book Macro, encerramos as alocações em juros nominais de curto prazo, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos que tiveram resultados negativos ao longo do mês. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long & Short, o principal destaque negativo foi nossa posição em SulAmérica. Apesar dos bons resultados do 2o trimestre, a ação foi pressionada pela decisão da Agência Nacional de Saúde de suspender os reajustes de planos de saúde até o final de 2020. Outro destaque negativo foi nossa posição em Sabesp, que sofreu com a declaração do governador de São Paulo, João Dória, em realizar a capitalização da companhia em uma primeira etapa, deixando o processo de privatização em segundo plano. O principal destaque positivo foi São Martinho, que apresentou bons resultados para o primeiro trimestre da safra 2020/2021, refletindo a estratégia acertada da companhia em favorecer a produção e comercialização de açúcar dada a melhor rentabilidade deste produto em relação ao etanol.

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO CARTA MENSAL Call Economista Call Equities Call Macro

O Claritas Total Return obteve desempenho de 0,48% (245% CDI) em julho. Em 2020, o fundo acumula alta de 8,24% (420% CDI).

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco com dados econômicos surpreendendo positivamente e continuidade dos estímulos globais. Mas o número de casos do Coronavirus segue preocupando, em conjunto de novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, com poucas mudanças, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo com a economia passando por um processo de reabertura e retomada da atividade, enquanto as reformas retornaram a pauta no cenário político. A surpresa com os dados de inflação levou a precificação de um corte adicional na próxima reunião do Banco Central.

No Book Macro, mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e substituímos os juros reais por nominais intermediários com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos. No book de moedas,realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

No book Long & Short, destaques positivos para JHSF, que apresentou uma forte aceleração nas vendas impulsionadas pelo bom desempenho da Fazenda Boa Vista. O acordo firmado com a XP Inc que prevê a venda de uma área de até 500 mil m² para o desenvolvimento da Villa XP corrobora o viés otimista com a companhia. Via varejo também figurou como destaque positivo para julho, enquanto Sabesp e Sanepar contribuíram negativamente, graças ao seu caráter mais defensivo, fazendo com que a valorização ficasse aquém do índice Bovespa para este mês.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 0,78% (361% CDI) em junho. Em 2020, o fundo acumula alta de 7,73% (438% CDI).

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco, apesar da ameaça de uma segunda onda do Coronavirus e novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado. O Banco Central reduziu novamente a taxa de juros, apresentando cautela e sinalizando pouco espaço adiante para novas flexibilizações.

No Book Macro, Mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e em juros reais com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com resultados positivos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long & Short, destaques positivos para BTG Pactual, que concluiu aumento de capital de R$ 2,65 bilhões em oferta primária. Outro destaque positivo foi nossa posição em JHSF. Por atender um público de alta renda e ter ativos de alta qualidade em seu portfólio, a companhia
deve sofrer menos os choques da crise. CPFL, que teve fraco desempenho em função dos seguintes fatores: (i) perfil defensivo, com tendência a se valorizar menos do que o índice em momentos de forte alta; e (ii) incertezas e atrasos na definição das regras da Conta-Covid, um pacote para ajudar as distribuidoras de energia a enfrentar os impactos gerados pela pandemia do coronavírus.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 1,22% (510% CDI) em maio. Em 2020, o fundo acumula alta de 6,90% (446% CDI).

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco, com a flexibilização da quarentena global e achatamento da curva do Coronavirus. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade, com a ata da reunião apresentando preocupações sobre uma segunda onda do vírus e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado, com uma escalada nos atritos entre o Executivo e o Judiciário. O Governo junto do Congresso segue explorando medidas para auxílio da população e dos estados e municípios.

No Book Macro, Mantivemos apostas para flexibilização adicional da política monetária nas próximas reuniões e em juros reais com bons resultados. Em bolsa, mantivemos as proteções com opções de venda e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos, obtendo um resultado positivo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long & Short, destaques positivos para BTG Pactual, que mostrou resiliência nos resultados com crescimento do portfólio de crédito em Corporate Lending e forte captação em Asset e Wealth Management. Outro destaque positivo foi nossa posição em Sabesp, que se beneficiou da expectativa de uma retomada nas discussões sobre o projeto de lei que atualiza o marco regulatório do saneamento básico. Um dos destaques negativos no mês foi nossa posição em JBS, que apresentou resultados para o 1T20 abaixo das expectativas.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 2,45% (860% CDI) em abril. No ano, o fundo acumula alta de 5,61% (431% CDI).

O mês foi marcado por recuperação no preço dos ativos, com o achatamento da curva do Coronavirus e a tentativa de flexibilização da quarentena global. O FED manteve a taxa de juros próximo a zero, reforçando o comprometimento com a compra de ativos e a medidas de suporte a liquidez e crédito, em conjunto da ampliação dos estímulos fiscais. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam em menor escala o movimento externo, com o cenário político local conturbado em meio a nova crise envolvendo o Ministério da Justiça, e os atritos do Executivo com os demais poderes. O Governo junto do Congresso segue explorando medidas fiscais emergenciais para auxílio da população e dos estados e municípios.

No book macro, mantivemos apostas para flexibilização adicional da política monetária nas próximas reuniões e alocações táticas nos juros internacionais com bons resultados. Em bolsa, mantivemos as proteções com opções de venda e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos, obtendo um resultado positivo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com contribuição positiva.

No book Long & Short, destaques positivos para Minerva e São Martinho. Destaque negativo para Itaú. A ação ficou pressionada pela incerteza acerca dos impactos da crise gerada pelo coronavírus (Covid-19) sobre os resultados dos bancos ao longo do ano, com aumento de inadimplência nas carteiras de crédito, sobretudo de pequenas e médias empresas e de pessoas físicas. Além disso, discussões sobre um potencial aumento da alíquota de contribuição social sobre lucro líquido, que entendemos ter pouca probabilidade de aprovação, acabou pesando neste momento em que os bancos precisam fortalecer seus balanços.

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O Claritas Total Return obteve desempenho de 2,70% no mês, equivalente a 795% do CDI. No ano, o fundo acumula alta de 3,08%, correspondente a 304% do CDI.

O mês foi marcado por forte correção nos preços dos ativos com a pandemia do Coronavirus e a quarentena global. O FED iniciou um forte Quantitative Easing para sustentar a liquidez dos mercados, acompanhado por diversos Bancos Centrais ao redor do mundo, que tentam minimizar os impactos da crise. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado com os atritos do Executivo com os demais poderes e problemas de comunicação. O Banco Central reduziu os juros com um comunicado conservador, anunciando medidas de apoio à liquidez, e o Governo junto do Congresso segue explorando medidas fiscais emergenciais para auxílio da população.

O fundo se beneficiou dos movimentos do mercado através de uma carteira defensiva e diversificada.

No Book Macro, reduzimos as posições em juros reais e mantivemos apostas para flexibilização adicional da política monetária nas próximas reuniões, em conjunto de alocação nos juros internacionais, com bons resultados. Em bolsa, mantivemos as proteções com opções de venda e reduzimos as posições direcionais e em cases específicos, obtendo um resultado menos negativo. Nas estratégias de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real, com resultado positivo.

Já no Book Long & Short, onde o portfólio obteve perdas, a exposição direcional foi a principal contribuição negativa. A maior detratora foi a posição em JSL que, apesar de ter segmentos que são menos impactados nessa crise por servir serviços essenciais, deve ser afetada pela redução da taxa de utilização na Locação de carros e pelo fechamento das lojas Seminovos na Movida, seu principal negócio, o que pode pressionar a alavancagem da companhia. Outros destaques negativos foram as posições em São Martinho, que sofreu com a queda de 54,2% nos preços do petróleo, e em Via Varejo que, além de ser impactada no curto prazo pelo fechamento de suas lojas físicas, deve apresentar uma recuperação mais gradual após a crise por estar ligada a um consumo mais discricionário.

Apesar das oportunidades que se apresentam no mercado, reduzimos o risco do fundo e estamos aguardando sinais como (i) estabilização nos números de casos e mortes decorrentes do Covid-19, (ii) maior visibilidade sobre o prazo e a forma de saída do lockdown local e globalmente e (iii) eficácia das medidas de estímulo econômico anunciadas, especialmente no Brasil, para definir melhor o cenário e, eventualmente, aumentar a tomada de risco.

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O fundo obteve um retorno de -0,42% em fevereiro. No ano de 2020, o fundo acumula alta de 0,37% (55% CDI).

O mês foi marcado por forte correção no preço dos ativos com o avanço da epidemia do Coronavirus. O presidente do FED sinalizou prontidão para atuar caso necessário, movimento replicado por outros Bancos Centrais. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado com os atritos do Executivo com os demais poderes.

No book macro, reduzimos as posições em juros reais e nominais locais, privilegiando a alocação nos juros internacionais com bom resultado. Em bolsa, no início do mês aumentamos as proteções através de compras de opções de vendas e um book mais balanceado de posições em setores defensivos, conseguindo dessa forma proteger satisfatoriamente nossas posições direcionais e cases específicos mais estruturais, com resultado total do book menos negativo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

No book Long Short, destaque positivo para São Martinho e Ambev , e negativo para Movida e JSL .

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O fundo obteve um retorno de 0,79% (210% CDI) em janeiro. O mês foi marcado por aversão ao risco com a epidemia do Coronavirus na China. O FED manteve a taxa de juros inalterada. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o recesso político não produziu eventos relevantes.

No book macro, mantivemos as posições em juros reais e juros nominais com resultado positivo. Em bolsa, obtivemos resultado negativo em posições direcionais compensado por cases específicos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book de renda variável, os destaques positivos foram as posições em JSL , que apresentou pedido de registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de sua subsidiária “Vamos”, empresa de locação de caminhões, máquinas e equipamentos, o que deve ajudar em seu processo de desalavancagem e Natura , que concluiu a aquisição da Avon, criando o quarto maior grupo de beleza do mundo. Já o destaque negativo foi a posição em Petrobras , que foi impactado pelo aumento da preocupação com uma desaceleração mais forte do crescimento global, levando a uma queda de 15,6% nos preços do petróleo no mês.

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2019

O fundo obteve um retorno de 4,60% (1.223% CDI) em dezembro. Em 2019, acumula alta de 14,78% (248% CDI). O mês foi marcado por desvalorização do dólar com alívio das tensões comerciais e recuperação em mercados emergentes. No book macro, reduzimos as posições em juros reais e juros nominais com resultado positivo. Em bolsa, obtivemos bons resultados com as posições direcionais e em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.
No book de renda variável, os destaques positivos foram as posições em JHSF e Via Varejo . Já o destaque negativo foi a posição em JBS .

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O fundo obteve um retorno de -0,36% em novembro. Em 2019, acumula alta de 9,73% (175% CDI). O mês foi marcado por valorização do dólar com pressões idiossincráticas em mercados emergentes, principalmente na América Latina. No book macro, defendemos as posições em juros reais com os juros nominais reduzindo o resultado negativo. Em bolsa, as posições direcionais apresentaram resultado positivo, enquanto os cases específicos apresentaram resultado negativo. Em moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.
No book de renda variável, o principal destaque positivo foi nossa posição em JHSF , que concluiu oferta de ações primária precificada a R$4,75/ação, um aumento de capital de R$ 513 milhões.
Outro destaque positivo foi a posição em São Martinho , que apresentou bons resultados para o segundo trimestre da safra 2019/2020. Por outro lado, um dos principais destaques negativos foi a posição em CPFL . A companhia reportou resultados para o 3T19 levemente abaixo das expectativas, sobretudo por conta do fraco desempenho da CPFL Renováveis, que apresentou menores volumes na geração de energia eólica.

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O fundo obteve um retorno de 2,54% (528% CDI) em outubro. Em 2019, acumula alta de 10,12% (196% CDI). No book multimercado, o mês foi marcado por desvalorização do dólar com movimento de risk on global. Mantivemos as posições de juros nominais em conjunto dos juros reais locais, com bons resultados. Em bolsa, as posições direcionais apresentaram resultado positivo, enquanto os cases específicos apresentaram resultado neutro. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro. Já no book Long & Short, o principal destaque positivo foi a posição direcional em JSL , que se beneficiou da disseminação de seu investment case e da queda das taxas de juros de longo prazo. Outro destaque positivo foi a posição em Sabesp . No final do mês, a comissão especial da Câmara aprovou, por 21 votos favoráveis contra 13, o do projeto de lei que atualiza o marco legal do saneamento. Pelo ladonegativo, o principal destaque foi a posição em Via Varejo . A companhia se encontra em um processo de turnaround, com resultados de curto prazo ainda pressionados.

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O Claritas Total Return FICFIM apresentou resultado de 1,53% no mês (329% CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 7,39% (158% do CDI).

O mês foi novamente marcado por valorização do dólar com sinais mistos em emergentes. O FED cortou novamente a taxa de juros em linhas com as expectativas, mantendo o discurso cauteloso e evitando sinalizações agressivas. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com novas negociações alimentando expectativas de um acordo preliminar. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam o cenário externo, com pouco progresso na agenda de reformas e ruídos políticos, enquanto o Banco Central reduziu a taxa de juros, sinalizando novos cortes adiante. Aumentamos as posições de juros nominais com apostas específicas para a política monetária, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa, as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long& Short, não tivemos grandes destaques positivos. No geral, nossa posição direcional contribuiu positivamente, beneficiada por um cenário externo mais benigno, com o arrefecimento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e a ampliação dos estímulos monetários pelos principais bancos centrais, e pela redução das taxas de juros no Brasil para 5,5%. Por outro lado, o principal destaque negativo foi a posição em Sabesp , que ainda espera pela aprovação do projeto de lei que atualiza o marco regulatório do saneamento no país para a definição sobre a privatização ou capitalização da companhia.

Outro destaque negativo foi a posição em B3, que sofreu decisão desfavorável pela Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF)no processo sobre a amortização do ágio gerado na incorporação da Bovespa pela BM&F para fins fiscais, revertendo o parecer favorável que a companhia tinha da turma ordinária.

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O Claritas Total Return apresentou resultado de -0,60% no mês. No ano, o fundo apresenta alta de 5,77% (138% do CDI).

O Claritas Hedge apresentou resultado de -0,09% no mês. No ano, o fundo acumula resultado de 4,61%, equivalente a 110% do CDI.

O mês foi novamente marcado por valorização do dólar e aversão ao risco. O FED manteve seu discurso cauteloso, evitando sinalizações agressivas para a flexibilização monetária. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com nova escalada nas tarifas durante o mês e piora nas negociações. No âmbito doméstico, os ativos locais sofreram com a piora global e a crise na Argentina, enquanto o Planalto ficou preso a polêmicas e as matérias no Congresso seguiram o cronograma de tramitação. Reduzimos as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com resultado negativo. Em bolsa, as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado negativo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

No book Long & Short, o principal destaque positivo no mês foi a posição vendida em Ultrapar , que apresentou resultados para o segundo trimestre do ano abaixo das expectativas. O EBITDA totalizou R$ 642 milhões (-11% y/y) e ficou 16% abaixo do consenso, sobretudo por conta de volumes mais fracos no Ciclo Otto e uma margem pior que o antecipado. As outras unidades de negócio também desapontaram, levando o lucro líquido a somar R$ 127 milhões, uma queda de 55% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Por outro lado, o principal destaque negativo foi a posição comprada em BTG Pactual , que teve seu nome envolvido em mais uma investigação da Operação Lava Jato por conta de uma denúncia anônima detalhando supostos esquemas de lavagem de dinheiro. Em comunicado ao mercado, o banco negou qualquer irregularidade relacionada a desvios de recursos, alegando que as operações descritas são impossíveis de serem realizadas do ponto de vista técnico e regulatório. Outro destaque negativo foi a posição comprada em Vale , que foi pressionada pela desvalorização do minério de ferro no mês. O acirramento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China fez aumentar a preocupação em torno da desaceleração do crescimento global, levando a uma queda de 26% nos preços da commodity.

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O Claritas Total Return apresentou resultado de 1,82% no mês (320% do CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 6,41% (175% do CDI).

O mês foi marcado por valorização do dólar e volatilidade. O FED cortou a taxa de juros, mas com uma sinalização cautelosa, olhando como um ajuste e não um novo ciclo. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com um novo impasse complicando as negociações e impactando o crescimento global. No âmbito doméstico, os ativos locais ficaram contidos após a aprovação da reforma da previdência em primeiro turno na Câmera e sem grandes desdobramentos durante o recesso branco do Congresso. O Banco Central retomou a flexibilização monetária sinalizando espaço para novos ajustes no grau de estímulo. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais com opções específicas para as próximas reuniões do copom, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Aumentamos nossa exposição direcional em bolsa local e em cases específicos que apresentaram bons resultados positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

No book Long & Short, o principal destaque positivo no mês foi a posição em Via Varejo . Após a pulverização de seu capital com a saída do Grupo Pão de Açúcar e dando continuidade à contratação de nomes de peso do varejo para compor o quadro de diretores que irá liderar o processo de turnaround da companhia, a Via Varejo anunciou que Helisson Lemos assumirá o cargo de Chief Digital Officer

Outro destaque positivo foi a posição em Sabesp . No mês, o Governador João Dória afirmou que a privatização da companhia é a melhor opção para o Estado e, no Congresso, ganhou força a defesa pela votação do projeto de lei sobre o novo marco regulatório do saneamento básico logo após a aprovação da Reforma da Previdência

Por outro lado, o destaque negativo foi a posição em Petrobras , que apresentou dados de produção para o segundo trimestre abaixo das expectativas

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O Claritas Total Return apresentou resultado de 2.42% no mês (516% do CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 4,51% (147% do CDI).
O mês foi marcado por desvalorização do dólar e retomada do risco. O FED sinalizou espaço para cortes nos juros a depender do impacto das incertezas em seu cenário base. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com uma nova trégua possibilitando a retomada das negociações apesar de grandes divergências, e em meio a novos dados negativos para a atividade global. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam a recuperação, com a conjuntura política interna apresentando desdobramentos positivos. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.
No Book Long & Short, o principal destaque positivo foi a posição em Movida , que se beneficiou da queda nas taxas de juros de longo prazo dada sua alta intensidade em capital. Além disso, a companhia está apresentando bom momento operacional e a expectativa é de uma melhora sequencial dos resultados.
Outro destaque positivo foi a posição em Petrobras , que deu prosseguimento ao seu plano de desinvestimento de ativos após o Supremo Tribunal Federal julgar que a venda de subsidiárias de estatais não precisa do aval do Congresso. Nesse contexto, a Petrobras concluiu a venda de 90% de sua participação na TAG, iniciou a etapa de divulgação de oito ativos de refino, que representam 50% da capacidade de refino nacional, e registrou oferta pública secundária para a venda de sua participação na BR Distribuidora.
Por outro lado, o destaque negativo foi a posição em CPFL , que ficou pressionada pela oferta primária de ações, precificada a R$27,50/ação, abaixo da faixa indicativa inicial (R$29,30 – R$35,30). A escolha por uma oferta restrita, o pouco tempo dedicado ao investor education, e ofertas concorrentes no setor, contaminaram o processo de precificação. Acreditamos, entretanto, que a empresa é uma opção líquida, de qualidade e com múltiplos descontados em relação ao seu histórico e em relação aos seus pares, e que um processo de re-rating deve acontecer naturalmente à medida que o mercado passe a conhecer melhor a empresa.

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O Claritas Total Return apresentou resultado de 2.42% no mês (516% do CDI). No ano, o fundo apresenta alta de 4,51% (147% do CDI).
O mês foi marcado por desvalorização do dólar e retomada do risco. O FED sinalizou espaço para cortes nos juros a depender do impacto das incertezas em seu cenário base. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com uma nova trégua possibilitando a retomada das negociações apesar de grandes divergências, e em meio a novos dados negativos para a atividade global. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam a recuperação, com a conjuntura política interna apresentando desdobramentos positivos. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.
No Book Long & Short, o principal destaque positivo foi a posição em Movida , que se beneficiou da queda nas taxas de juros de longo prazo dada sua alta intensidade em capital. Além disso, a companhia está apresentando bom momento operacional e a expectativa é de uma melhora sequencial dos resultados.
Outro destaque positivo foi a posição em Petrobras , que deu prosseguimento ao seu plano de desinvestimento de ativos após o Supremo Tribunal Federal julgar que a venda de subsidiárias de estatais não precisa do aval do Congresso. Nesse contexto, a Petrobras concluiu a venda de 90% de sua participação na TAG, iniciou a etapa de divulgação de oito ativos de refino, que representam 50% da capacidade de refino nacional, e registrou oferta pública secundária para a venda de sua participação na BR Distribuidora.
Por outro lado, o destaque negativo foi a posição em CPFL , que ficou pressionada pela oferta primária de ações, precificada a R$27,50/ação, abaixo da faixa indicativa inicial (R$29,30 – R$35,30). A escolha por uma oferta restrita, o pouco tempo dedicado ao investor education, e ofertas concorrentes no setor, contaminaram o processo de precificação. Acreditamos, entretanto, que a empresa é uma opção líquida, de qualidade e com múltiplos descontados em relação ao seu histórico e em relação aos seus pares, e que um processo de re-rating deve acontecer naturalmente à medida que o mercado passe a conhecer melhor a empresa.

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