Claritas Inflação Institucional FIM

ESTRATÉGIA – Fundo Multimercado Macro IMA-B ativo, de perfil conservador

2020

Em julho, o Claritas Inflação Institucional obteve um retorno de 0,97% contra 0,99% do IMAB-5. Em 2020, alta de 5,85%, contra 4,19% do IMAB-5.

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco com dados econômicos surpreendendo positivamente e continuidade dos estímulos globais. Mas o número de casos do Coronavirus segue preocupando, em conjunto de novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, com poucas mudanças, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo com a economia passando por um processo de reabertura e retomada da atividade, enquanto as reformas retornaram a pauta no cenário político. A surpresa com os dados de inflação levou a precificação de um corte adicional na próxima reunião do Banco Central. Mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e substituímos os juros reais por nominais intermediários com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado
negativo.

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Em junho, o Claritas Inflação Institucional obteve um retorno de 1,23% contra 1,12% do IMAB-5. Em 2020, 4,83%, contra 3,17% do IMAB-5.

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco, apesar da ameaça de uma segunda onda do Coronavirus e novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado. O Banco Central reduziu novamente a taxa de juros, apresentando cautela e sinalizando pouco espaço adiante para novas flexibilizações.

Mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e em juros reais com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com resultados positivos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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Em maio, o Claritas Inflação Institucional obteve um retorno de 2,33% contra 2,12% do IMAB-5. Em 2020, 3,56%, contra 2,03% do IMAB-5.

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco, com a flexibilização da quarentena global e achatamento da curva do Coronavirus. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade, com a ata da reunião apresentando preocupações sobre uma segunda onda do vírus e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado, com uma escalada nos atritos entre o Executivo e o Judiciário. O Governo junto do Congresso segue explorando medidas para auxílio da população e dos estados e municípios. Mantivemos apostas para flexibilização adicional da política monetária nas próximas reuniões e em juros reais com bons resultados. Em bolsa, mantivemos as proteções com opções de venda e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos, obtendo um resultado positivo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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Em abril, o fundo obteve um retorno de 0,83% contra 0,49% do IMAB-5. No ano, 1,20%, contra -0,09% do IMAB-5.

O mês foi marcado por recuperação no preço dos ativos, com o achatamento da curva do Coronavirus e a tentativa de flexibilização da quarentena global. O FED manteve a taxa de juros próximo a zero, reforçando o comprometimento com a compra de ativos e a medidas de suporte a liquidez e crédito, em conjunto da ampliação dos estímulos fiscais. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam em menor escala o movimento externo, com o cenário político local conturbado em meio a nova crise envolvendo o Ministério da Justiça, e os atritos do Executivo com os demais poderes. O Governo junto do Congresso segue explorando medidas fiscais emergenciais para auxílio da população e dos estados e municípios. Mantivemos apostas para flexibilização adicional da política monetária nas próximas reuniões e alocações táticas nos juros internacionais com bons resultados. Em bolsa, mantivemos as proteções com opções de venda e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos, obtendo um resultado positivo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com contribuição positiva.

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Em março, o fundo obteve um retorno de -0,84% contra -1,75% do IMAB-5. No ano, 0,37, contra -0,57% do IMAB-5.

O mês foi marcado por forte correção nos preços dos ativos com a pandemia do Coronavirus e a quarentena global. O FED trouxe a taxa de juros para zero, e iniciou um Quantitative Easing sem limites, entre outras medidas para sustentar a liquidez dos mercados. Em paralelo, o movimento foi replicado ao redor do mundo, com aprovação de estímulos fiscais. Os assuntos geopolíticos e as disputas comerciais ficaram em segundo plano em meio à escalada do número de infectados, paralisando também as eleições primárias dos democratas. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado com os atritos do Executivo com os demais poderes e problemas de comunicação. O Banco Central reduziu os juros com um comunicado conservador, anunciando medidas de apoio à liquidez, e o Governo junto do Congresso segue explorando medidas fiscais emergenciais para auxílio da população. Reduzimos as posições em juros reais e mantivemos apostas para flexibilização adicional da política monetária nas próximas reuniões, em conjunto de alocação nos juros internacionais, com bons resultados. Em bolsa, mantivemos as proteções
com opções de venda e reduzimos as posições direcionais e em cases específicos, obtendo um resultado menos negativo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real, com resultado positivo.

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Em fevereiro, o fundo obteve um retorno de 0,69% contra 0,64% do IMAB-5. No ano, 1,22%, contra 1,20% do IMAB-5. O mês foi marcado por forte correção no preço dos ativos com o avanço da epidemia do Coronavirus. O presidente do FED sinalizou prontidão para atuar caso necessário, movimento replicado por outros Bancos Centrais. Os assuntos geopolíticos e as disputas comerciais ficaram em segundo plano em meio a escalada no número de infectados ao redor do mundo, enquanto as eleições americanas ganharam destaque. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado com os atritos do Executivo com os demais poderes.

Reduzimos as posições em juros reais e nominais locais, privilegiando a alocação nos juros internacionais com bom resultado. Em bolsa, no início do mês aumentamos as proteções através de compras de opções de vendas e um book mais balanceado de posições em setores defensivos, conseguindo dessa forma proteger satisfatoriamente nossas posições direcionais e cases específicos mais estruturais, com resultado total do book menos negativo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

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Em janeiro, o fundo obteve um retorno de 0,53% contra 0,56% do IMAB-5. O mês foi marcado por aversão ao risco com a epidemia do Coronavirus na China. O FED manteve a taxa de juros inalterada, reforçando que a postura da política monetária permanece adequada e que segue monitorando os próximos dados. O relacionamento EUA-China migrou para o segundo plano após a conclusão da primeira fase do acordo, não sendo aguardado novos desdobramentos antes das eleições americanas. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o recesso político não produziu eventos relevantes. Mantivemos as posições em juros reais e juros nominais com resultado positivo. Em bolsa, obtivemos resultado negativo em posições direcionais compensado por cases específicos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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2019

Em dezembro, o fundo obteve um retorno de 1,53% contra 1,24% do IMAB-5. No ano, acumula alta de 14,05% contra 13,15% do IMAB-5. O mês foi marcado por desvalorização do dólar com alívio das tensões comerciais e recuperação em mercados emergentes. O FED reforçou a manutenção dos juros adiante, monitorando os próximos dados. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com a conclusão da primeira fase do acordo, pendente a cerimônia de assinatura. No âmbito doméstico, os ativos acompanharam o movimento externo e as surpresas positivas com a atividade, enquanto o governo busca organizar e articular os próximos passos da agenda reformista. O Banco Central cortou a taxa de juros, mantendo a porta aberta para as próximas reuniões, mas com uma cautela maior. Reduzimos as posições em juros reais e juros nominais com resultado positivo. Em bolsa, obtivemos bons resultados com as posições direcionais e em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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Em novembro, o fundo obteve um retorno de -0,52% contra -0,28% do IMAB-5. No ano, acumula alta de 12,33% contra 11,77% do IMAB-5. O mês foi marcado por valorização do dólar com pressões idiossincráticas em mercados emergentes, principalmente na América Latina. O FED reforçou a manutenção dos juros adiante, monitorando os próximos dados. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com as negociações para a primeira fase do acordo em andamento. No âmbito doméstico, o câmbio ficou pressionado com a crise política nos países latinos e com a decepção com a cessão onerosa – entre outros aspectos, contribuindo para uma piora do sentimento, enquanto o governo busca organizar e articular os próximos passos da agenda reformista. O Banco Central manteve a sinalização para um novo corte da taxa de juros, mas voltou a intervir na moeda respondendo a disfunções.
Defendemos as posições em juros reais com os juros nominais reduzindo o resultado negativo. Em bolsa, as posições direcionais apresentaram resultado positivo, enquanto os cases específicos apresentaram resultado negativo. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do
G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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O Claritas Inflação Institucional apresentou resultado de 1,88% no mês, contra 1,65% do IMAB-5. No ano, o fundo acumula resultado de 12,91%, contra 12,09% do IMAB-5.
O mês foi marcado por desvalorização do dólar com movimento de risk on global. O FED cortou novamente a taxa de juros em linha com as expectativas, sinalizando manutenção dos juros adiante e monitorando os próximos dados. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com a primeira fase do acordo sendo concluída, além de desdobramentos positivos para o Brexit. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam o cenário externo, com a aprovação da reforma da previdência e especulações sobre os próximos passos da agenda reformista do governo, apesar dos ruídos políticos. O Banco Central reduziu a taxa de juros, sinalizando novo ajuste adiante, porém com maior cautela. Mantivemos as posições de juros nominais em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa, as posições direcionais apresentaram resultado positivo, enquanto os cases específicos apresentaram resultado neutro. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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O Claritas Inflação Institucional apresentou resultado de 1,93% no mês, contra 1,74% do IMAB-5. No ano, o fundo acumula resultado de 10,83%, contra 10,27% do IMAB-5.
O mês foi novamente marcado por valorização do dólar com sinais mistos em emergentes. O FED cortou novamente a taxa de juros em linhas com as expectativas, mantendo o discurso cauteloso e evitando sinalizações agressivas. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com novas negociações alimentando expectativas de um acordo preliminar. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam o cenário externo, com pouco progresso na agenda de reformas e ruídos políticos, enquanto o Banco Central reduziu a taxa de juros, sinalizando novos cortes adiante. Aumentamos as posições de juros nominais com apostas específicas para a política monetária, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa, as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições defensivas no Real com resultado neutro.

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O Claritas Inflação Institucional apresentou resultado de -0,07% no mês, contra 0,05% do IMAB-5. No ano, o fundo acumula resultado de 8,74%, contra 8,38% do IMAB-5.
O mês foi novamente marcado por valorização do dólar e aversão ao risco. O FED manteve seu discurso cauteloso, evitando sinalizações agressivas para a flexibilização monetária. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com nova escalada nas tarifas durante o mês e piora nas negociações. No âmbito doméstico, os ativos locais sofreram com a piora global e a crise na Argentina, enquanto o Planalto ficou preso a polêmicas e as matérias no Congresso seguiram o cronograma de tramitação. Reduzimos as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com resultado negativo. Em bolsa, as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado negativo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas no Real, com resultado positivo.

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O Claritas Inflação Institucional apresentou resultado de 1,10% no mês, contra 0,97% do IMAB-5. No ano, o fundo acumula resultado de 8,81%, contra 8,33% do IMAB-5.
O mês foi marcado por valorização do dólar e volatilidade. O FED cortou a taxa de juros, mas com uma sinalização cautelosa, olhando como um ajuste e não um novo ciclo. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com um novo impasse complicando as negociações e impactando o crescimento global. No âmbito doméstico, os ativos locais ficaram contidos após a aprovação da reforma da previdência em primeiro turno na Câmera e sem grandes desdobramentos durante o recesso branco do Congresso. O Banco Central retomou a flexibilização monetária sinalizando espaço para novos ajustes no grau de estímulo. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais com opções específicas para as próximas reuniões do copom, em conjunto dos juros reais locais, com bons resultados. Aumentamos nossa exposição direcional em bolsa local e em cases específicos que apresentaram bons resultados. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas no Real, com resultado neutro.

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O Claritas Inflação Institucional apresentou resultado de 2,38% no mês, contra 1,72% do IMAB-5. No ano, o fundo acumula resultado de 7,63%, contra 7,28% do IMAB-5.
O mês foi marcado por desvalorização do dólar e retomada do risco. O FED sinalizou espaço para cortes nos juros a depender do impacto das incertezas em seu cenário base. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com uma nova trégua possibilitando a retomada das negociações apesar de grandes divergências, e em meio a novos dados negativos para a atividade global. No âmbito doméstico, os ativos locais acompanharam a recuperação, com a conjuntura política interna apresentando desdobramentos positivos. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais com bons resultados. Em bolsa as posições direcionais e em cases específicos apresentaram resultado positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

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O Claritas Inflação Institucional apresentou resultado de 1,43% no mês, contra 1,39% do IMAB-5. No ano, o fundo acumula resultado de 5,12%, contra 5,47% do IMAB-5.
O mês foi marcado por forte aversão a risco e valorização do dólar. O FED sinalizou paciência na ata da reunião de maio, classificando os movimentos recentes da inflação como transitórios. O relacionamento EUA-China segue em destaque, com deterioração das negociações e piora da guerra comercial, em meio a novos dados negativos para a atividade global. No âmbito doméstico, os ativos locais continuaram a apresentar grande volatilidade, porém a conjuntura interna, após as manifestações, mostrou-se favorável, compensando a piora do cenário externo. Operamos dinamicamente as posições de juros nominais, em conjunto dos juros reais locais, com resultado positivo.
Em bolsa, as perdas nas posições direcionais implementadas via Índice e via opções foram compensadas por alocações em cases específicos, com resultado líquido positivo. Enquanto no book de moedas, realizamos posições táticas defensivas em cross do G7/Latam e no Real, com resultado negativo.

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