Claritas BTG Previdência FIM

ESTRATÉGIA – Previdência Multimercado Livre

2021

O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu 0,09% (67% CDI) em fevereiro/21. No ano, acumula queda de 0,02%.

O mês foi de alta nas curvas de juros e recuperação nas bolsas globais, com a desaceleração nos números de casos de coronavírus em países em que a campanha de vacinação está bem encaminhada, resultando em um otimismo com a atividade global, além de surpresa positiva em dados econômicos e nova alta nos preços de commodities. O FED manteve a sinalização de que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas, não demonstrando preocupação com a alta recente das taxas de juros. O pacote fiscal do Governo Biden foi aprovado na Câmara e segue em negociação no Senado. O ambiente doméstico seguiu na contramão do cenário externo: a baixa disponibilização de vacinas, o pior momento do coronavírus com a disseminação de novas cepas, as incertezas fiscais com a volta do auxílio emergencial e as dúvidas sobre os rumos da política econômica, após a intervenção do Executivo na Petrobras levaram a piora de todos os ativos.

Fizemos um hedge dinâmico em Juros Nominais para as posições em Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a posição tomada em Juros Americanos com bons resultados. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto acrescentamos novos cases. Operamos posições táticas em S&P 500 com resultado negativo. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu -0,11% em janeiro de 2021.

O mês foi de queda nos ativos globais de risco com o aumento nos casos do Coronavirus, disseminação de novas cepas e novas medidas de lockdown em alguns países. O FED manteve o tom cauteloso afirmando que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas. O Governo Biden teve início nos Estados Unidos após uma conclusão turbulenta e tumultuada do mandato de Trump. No âmbito doméstico, as incertezas associadas a campanha de vacinação e o impacto na recuperação econômica potencializaram a deterioração externa no preço dos ativos. As eleições do Legislativo dominaram a conjuntura política, enquanto a atuação do Executivo e as crises sanitárias ficaram em evidência.

Realizamos alocações táticas em juros nominais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a alocação em Juro Real com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto acrescentamos novos cases. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

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2020

O fundo rendeu 0,40% (241% CDI) em dezembro. No ano de 2020, acumulou alta de 3,88% (140% CDI).

O mês foi de alta nos ativos globais de risco com o início das campanhas de vacinação em vários países e a aprovação de novos estímulos, enquanto o número de casos do Coronavírus seguiu deteriorando. O FED ajustou a orientação para sua compra de ativos, sugerindo que o programa pode continuar por mais tempo. No âmbito doméstico os ativos seguiram o risk on externo. Na conjuntura doméstica apesar de todas as incertezas o ano terminou sem alterações das regras fiscais vigentes e sem a criação de despesas que burlassem o teto dos gastos. O Congresso aprovou a LDO de 2021 evitando a paralisação, mas a disputa pela sucessão no Legislativo segue acirrada.

Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e inflação implícita com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com bons resultados. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

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O fundo rendeu 0,49% (331% CDI) em novembro. No ano, acumula alta de 3,47% (133% CDI).

O mês foi de alta nos ativos globais de risco com a conclusão das eleições americanas e progresso relevante no desenvolvimento das vacinas, enquanto o número de casos do Coronavírus seguiu deteriorando. No âmbito doméstico os ativos apresentaram grande recuperação seguindo o risk on externo. A conjuntura doméstica ficou paralisada aguardando a conclusão das eleições municipais e observando os atritos de sucessão no Legislativo. A incerteza continua elevada para o andamento das reformas e o final do ano.

Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado neutro. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com bons resultados. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo. O caixa retornou à normalidade esse mês seguindo o CDI.

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O fundo rendeu -0,09% em outubro. No ano, acumula alta de 2,96% (121% CDI).

O mês foi de queda nos ativos globais de risco, com o nervosismo das eleições americanas, piora nos casos do Coronavírus e retorno das medidas de lockdown. No âmbito doméstico os ativos continuaram piorando, com a pressão fiscal e grande incerteza sobre o andamento das reformas. A conjuntura política segue instável, congestionada com o calendário eleitoral e o fim do ano, enquanto a atuação econômica do governo apresentou um alinhamento maior ao longo do mês. O Banco Central manteve os juros inalterados, considerando apropriado o estímulo atual e o forward guidance, mas reforçando a assimetria do cenário com o risco fiscal.

Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo. O caixa apresentou maior instabilidade refletindo a alta dos prêmios nos títulos públicos, reduzimos ainda mais os prazos buscando minimizar as oscilações.

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O fundo rendeu -0,66% em setembro. No ano, acumula alta de 3,05% (133% CDI).

O mês foi de realização nos ativos globais de risco, com a aproximação das eleições americanas e piora nos casos do Coronavírus. O FED manteve inalterada a taxa de juros, reforçando a mudança no mecanismo de metas de inflação e procurando ampliar o impacto do estímulo nas expectativas, além de manter a postura cautelosa em relação a atividade. No âmbito doméstico os ativos continuaram piorando, com a pressão fiscal, possibilidade de flexibilização no teto dos gastos e grande incerteza sobre o andamento das reformas. O Banco Central manteve uma cautela maior, acompanhando de perto a continuidade do framework fiscal. Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com contribuição negativa. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

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O fundo rendeu -0,11% em agosto. No ano, acumula alta de 3,73% (176% CDI).

O mês deu continuidade a valorização dos ativos globais de risco, com dados econômicos indicando retomada da atividade e condições financeiras acomodatícias seguindo os estímulos implementados.
Apesar da preocupação com o número de casos do Coronavirus, outros tópicos ganharam destaque com as eleições americanas se aproximando. O FED alterou seu mecanismo de metas de inflação, procurando ampliar o impacto do estímulo nas expectativas, além de manter a postura cautelosa em
relação a atividade. No âmbito doméstico os ativos apresentaram um descolamento relevante devido ao risco fiscal e descontrole nos gastos do governo, com grande incerteza sobre o andamento das reformas e a trajetória irreversível de curto prazo. O Banco Central não fechou a porta para novas flexibilizações, mas indicou cautela maior com a assimetria no balanço de riscos. Encerramos as alocações em juros nominais de curto prazo, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos que tiveram resultados negativos ao longo do mês . No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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O fundo rendeu 0,29% (153% CDI) em julho. No ano, acumula alta de 3,84% (197% CDI).

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco com dados econômicos surpreendendo positivamente e continuidade dos estímulos globais. Mas o número de casos do Coronavirus segue preocupando, em conjunto de novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, com poucas mudanças, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo com a economia
passando por um processo de reabertura e retomada da atividade, enquanto as reformas retornaram a pauta no cenário político. A surpresa com os dados de inflação levou a precificação de um corte adicional na próxima reunião do Banco Central. Mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e substituímos os juros reais por nominais intermediários com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

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O fundo rendeu 0,40% (184% CDI) em junho. No ano, acumula alta de 3,55% (203% CDI).

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco, apesar da ameaça de uma segunda onda do Coronavirus e novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado. O Banco Central reduziu novamente a taxa de juros, apresentando cautela e sinalizando pouco espaço adiante para novas flexibilizações.

Mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e em juros reais com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com resultados positivos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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