Claritas BTG Previdência FIM

ESTRATÉGIA – Previdência Multimercado Livre

2021

O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu 0,38% (125% CDI) em junho/21. No ano, acumula alta de 1,54% (121% CDI).

O mês de junho deu continuidade à alta das bolsas internacionais. Os dados econômicos seguiram fortes. A situação da COVID-19 segue desafiadora com a variante Delta. A decisão do FED iniciou o debate sobre as discussões de tapering e alta das projeções dos membros, levando a reprecificação dos vértices intermediários da curva de juros e fortalecimento do dólar. No ambiente doméstico, a surpresa positiva na divulgação do PIB, a perspectiva de crescimento maior para o ano e aspectos técnicos da alta inflação forneceram alívio para as métricas de risco da dívida pública, impulsionando os ativos locais. Porém, o envio da reforma tributária no fim do mês e a deterioração da conjuntura política, contiveram a melhora do mercado acionário. O Banco Central elevou em 0.75 p.p a Selic.

Mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado negativo.

Mantivemos a posição tomada em Juros Americanos com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, dentre eles os setores de commodities e setor ligado a mobilidade e logistica domestica que se destacaram e apresentaram bons resultados no mês. Mantivemos a nossa alocação em bolsas globais com resultado positivo. No book de moedas, obtivemos retorno negativo em moedas de países Desenvolvidos e retorno positivo no Real e em cross de Emergentes.

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO CARTA MENSAL Call Economista Call Equities Call Macro Call Quant Call Crédito Call Geral

O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu 0,50% (186% CDI) em maio/21. No ano, acumula alta de 1,15% (120% CDI).

O mês deu continuidade à alta das bolsas globais. Os dados econômicos seguiram fortes, mas o destaque ficou para a surpresa em inflação. A última ata do FED mostrou o início do debate a respeito da redução do programa de compra de ativos, aumentando a volatilidade nas curvas de juros. No ambiente doméstico, os ativos acompanharam o cenário externo favorável e as revisões positivas para o crescimento do ano. A conjuntura política seguiu apresentando um otimismo maior com o debate para as reformas e um ruído menor da CPI na COVID-19 no Senado. O Banco Central elevou a SELIC em 0.75%, em linha com seu discurso recente.

Mantivemos o aspecto dinâmico nos Juros Nominais em relação aos Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com resultado positivo. Mantivemos a posição tomada em Juros Americanos com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, apresentando bons resultados. Mantivemos a nossa alocação em S&P 500. No book de moedas, obtivemos retorno negativo em moedas de países Desenvolvidos e retorno positivo no Real e em cross de Emergentes.

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O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu 0,26% (126% CDI) em abril/21. No ano, acumula alta de 0,65% (94% CDI).

O mês de abril deu continuidade à alta das bolsas globais, em consonância com os dados econômicos fortes e as surpresas positivas, enquanto as curvas de juros recuaram. O desempenho relativo entre países no enfrentamento a pandemia seguiu em evidência, reforçando a situação desafiadora nos países emergentes. O FED manteve a sinalização de que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado, mas reconheceu a melhora da economia. No ambiente doméstico, a resolução do orçamento de 2021 trouxe um alívio, ao evitar a reedição do Estado de Calamidade, liberando o mercado para acompanhar o movimento externo com uma melhora no preço dos ativos. A conjuntura política seguiu instável com o avanço da CPI da COVID-19 no Senado, mas o presidente da Câmara dos Deputados demonstrou engajamento na retomada da agenda de reformas.

Fizemos um hedge dinâmico nos Juros Nominais para as posições em Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, com bons resultados. Reduzimos a posição tomada em Juros Americanos com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, apresentando uma boa performance. Aumentamos a nossa alocação em S&P 500 com resultado positivo. No book de moedas, mantivemos posições em cross de Desenvolvidos/Emergentes e utilizamos o Real como hedge, com resultado negativo.

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O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu 0,41% (208% CDI) em março/21. No ano, acumula alta de 0,39%, equivalente a 80% do CDI.

O mês de março deu continuidade a alta das curvas de juros e das bolsas globais, em consonância com as surpresas positivas em dados econômicos. Porém ganhou destaque o desempenho relativo entre países no enfrentamento a pandemia, com a ressurgência nos casos do coronavírus, novas variantes e atrasos na campanha de vacinação na Europa e piora em países emergentes, enquanto os Estados Unidos superaram as metas de vacinação, o pacote fiscal do novo governo foi aprovado e um novo plano de investimento em infraestrutura foi apresentado. O FED manteve a sinalização de que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas, não demonstrando preocupação com a alta recente das taxas de juros. O ambiente doméstico seguiu em deterioração: com o pior momento do coronavírus, disseminação de novas cepas, novas medidas de lockdown, novas incertezas fiscais em torno do orçamento e as tentativas de enfraquecimento do teto dos gastos nos embates políticos. O Banco Central surpreendeu as expectativas com um ritmo maior na primeira alta dos juros, mas apontou para uma normalização parcial e uma Selic final ainda em patamar estimulativo., após a intervenção do Executivo na Petrobras levaram a piora de todos os ativos.

Fizemos um hedge dinâmico em Juros Nominais para as posições em Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a posição tomada em Juros Americanos com bons resultados. Em bolsa, seguimos com proteções, posições direcionais dinâmicas, e cases de maior convicção, apresentando bom resultado. Aumentamos a nossa alocação em S&P 500 com resultado positivo. No book de moedas, operamos dinamicamente posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

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O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu 0,09% (67% CDI) em fevereiro/21. No ano, acumula queda de 0,02%.

O mês foi de alta nas curvas de juros e recuperação nas bolsas globais, com a desaceleração nos números de casos de coronavírus em países em que a campanha de vacinação está bem encaminhada, resultando em um otimismo com a atividade global, além de surpresa positiva em dados econômicos e nova alta nos preços de commodities. O FED manteve a sinalização de que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas, não demonstrando preocupação com a alta recente das taxas de juros. O pacote fiscal do Governo Biden foi aprovado na Câmara e segue em negociação no Senado. O ambiente doméstico seguiu na contramão do cenário externo: a baixa disponibilização de vacinas, o pior momento do coronavírus com a disseminação de novas cepas, as incertezas fiscais com a volta do auxílio emergencial e as dúvidas sobre os rumos da política econômica, após a intervenção do Executivo na Petrobras levaram a piora de todos os ativos.

Fizemos um hedge dinâmico em Juros Nominais para as posições em Juros Reais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a posição tomada em Juros Americanos com bons resultados. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto acrescentamos novos cases. Operamos posições táticas em S&P 500 com resultado negativo. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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O fundo Claritas BTG Previdência FIM rendeu -0,11% em janeiro de 2021.

O mês foi de queda nos ativos globais de risco com o aumento nos casos do Coronavirus, disseminação de novas cepas e novas medidas de lockdown em alguns países. O FED manteve o tom cauteloso afirmando que a política monetária deve seguir acomodatícia por período prolongado e que a economia está longe de atingir suas metas. O Governo Biden teve início nos Estados Unidos após uma conclusão turbulenta e tumultuada do mandato de Trump. No âmbito doméstico, as incertezas associadas a campanha de vacinação e o impacto na recuperação econômica potencializaram a deterioração externa no preço dos ativos. As eleições do Legislativo dominaram a conjuntura política, enquanto a atuação do Executivo e as crises sanitárias ficaram em evidência.

Realizamos alocações táticas em juros nominais – operando inclinações/inflação implícita, e aumentamos a alocação em Juro Real com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto acrescentamos novos cases. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

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2020

O fundo rendeu 0,40% (241% CDI) em dezembro. No ano de 2020, acumulou alta de 3,88% (140% CDI).

O mês foi de alta nos ativos globais de risco com o início das campanhas de vacinação em vários países e a aprovação de novos estímulos, enquanto o número de casos do Coronavírus seguiu deteriorando. O FED ajustou a orientação para sua compra de ativos, sugerindo que o programa pode continuar por mais tempo. No âmbito doméstico os ativos seguiram o risk on externo. Na conjuntura doméstica apesar de todas as incertezas o ano terminou sem alterações das regras fiscais vigentes e sem a criação de despesas que burlassem o teto dos gastos. O Congresso aprovou a LDO de 2021 evitando a paralisação, mas a disputa pela sucessão no Legislativo segue acirrada.

Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e inflação implícita com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com bons resultados. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

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O fundo rendeu 0,49% (331% CDI) em novembro. No ano, acumula alta de 3,47% (133% CDI).

O mês foi de alta nos ativos globais de risco com a conclusão das eleições americanas e progresso relevante no desenvolvimento das vacinas, enquanto o número de casos do Coronavírus seguiu deteriorando. No âmbito doméstico os ativos apresentaram grande recuperação seguindo o risk on externo. A conjuntura doméstica ficou paralisada aguardando a conclusão das eleições municipais e observando os atritos de sucessão no Legislativo. A incerteza continua elevada para o andamento das reformas e o final do ano.

Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado neutro. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com bons resultados. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo. O caixa retornou à normalidade esse mês seguindo o CDI.

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O fundo rendeu -0,09% em outubro. No ano, acumula alta de 2,96% (121% CDI).

O mês foi de queda nos ativos globais de risco, com o nervosismo das eleições americanas, piora nos casos do Coronavírus e retorno das medidas de lockdown. No âmbito doméstico os ativos continuaram piorando, com a pressão fiscal e grande incerteza sobre o andamento das reformas. A conjuntura política segue instável, congestionada com o calendário eleitoral e o fim do ano, enquanto a atuação econômica do governo apresentou um alinhamento maior ao longo do mês. O Banco Central manteve os juros inalterados, considerando apropriado o estímulo atual e o forward guidance, mas reforçando a assimetria do cenário com o risco fiscal.

Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo. O caixa apresentou maior instabilidade refletindo a alta dos prêmios nos títulos públicos, reduzimos ainda mais os prazos buscando minimizar as oscilações.

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O fundo rendeu -0,66% em setembro. No ano, acumula alta de 3,05% (133% CDI).

O mês foi de realização nos ativos globais de risco, com a aproximação das eleições americanas e piora nos casos do Coronavírus. O FED manteve inalterada a taxa de juros, reforçando a mudança no mecanismo de metas de inflação e procurando ampliar o impacto do estímulo nas expectativas, além de manter a postura cautelosa em relação a atividade. No âmbito doméstico os ativos continuaram piorando, com a pressão fiscal, possibilidade de flexibilização no teto dos gastos e grande incerteza sobre o andamento das reformas. O Banco Central manteve uma cautela maior, acompanhando de perto a continuidade do framework fiscal. Realizamos alocações táticas em juros nominais, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com contribuição negativa. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado positivo.

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O fundo rendeu -0,11% em agosto. No ano, acumula alta de 3,73% (176% CDI).

O mês deu continuidade a valorização dos ativos globais de risco, com dados econômicos indicando retomada da atividade e condições financeiras acomodatícias seguindo os estímulos implementados.
Apesar da preocupação com o número de casos do Coronavirus, outros tópicos ganharam destaque com as eleições americanas se aproximando. O FED alterou seu mecanismo de metas de inflação, procurando ampliar o impacto do estímulo nas expectativas, além de manter a postura cautelosa em
relação a atividade. No âmbito doméstico os ativos apresentaram um descolamento relevante devido ao risco fiscal e descontrole nos gastos do governo, com grande incerteza sobre o andamento das reformas e a trajetória irreversível de curto prazo. O Banco Central não fechou a porta para novas flexibilizações, mas indicou cautela maior com a assimetria no balanço de riscos. Encerramos as alocações em juros nominais de curto prazo, operando inclinações e compra de inflação implícita com resultado negativo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos que tiveram resultados negativos ao longo do mês . No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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O fundo rendeu 0,29% (153% CDI) em julho. No ano, acumula alta de 3,84% (197% CDI).

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco com dados econômicos surpreendendo positivamente e continuidade dos estímulos globais. Mas o número de casos do Coronavirus segue preocupando, em conjunto de novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, com poucas mudanças, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo com a economia
passando por um processo de reabertura e retomada da atividade, enquanto as reformas retornaram a pauta no cenário político. A surpresa com os dados de inflação levou a precificação de um corte adicional na próxima reunião do Banco Central. Mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e substituímos os juros reais por nominais intermediários com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos. No book de moedas, realizamos posições em cross do G7/Latam e no Real com resultado negativo.

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O fundo rendeu 0,40% (184% CDI) em junho. No ano, acumula alta de 3,55% (203% CDI).

O mês foi marcado por valorização dos ativos de risco, apesar da ameaça de uma segunda onda do Coronavirus e novos atritos entre EUA e China. O FED manteve a postura cautelosa em relação a atividade em sua decisão, sinalizando juros constantes por período prolongado e reforçando o comprometimento com a compra de ativos, medidas de suporte a liquidez e ao crédito. No âmbito doméstico os ativos acompanharam o movimento externo, enquanto o cenário político local segue conturbado. O Banco Central reduziu novamente a taxa de juros, apresentando cautela e sinalizando pouco espaço adiante para novas flexibilizações.

Mantivemos alocações em juros nominais de curto prazo e em juros reais com resultado positivo. Em bolsa, seguimos com proteções e posições direcionais dinâmicas, enquanto mantivemos a alocação em cases específicos com resultados positivos. No book de moedas, realizamos posições defensivas em cross do G7/Latam e no Real com resultado neutro.

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