Claritas Alocação FIM

ESTRATÉGIA – Multimercado Dinâmico

2022

O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 1,59% durante o mês (155% do CDI) e acumula 6,01% no ano (138% do CDI).

O mês de maio foi de alta volatilidade para os ativos de risco. Nos EUA, o Fed já considera, pela ata divulgada no mês, manter os 50bps de alta pelo menos em suas duas próximas reuniões, em junho e julho. No cenário internacional, o que mais pesou durante o mês foram os lockdowns no território chinês. O país, com sua política de covid zero, fechou grandes centros comerciais e áreas portuárias, aumentando o gargalo logístico e o impacto sobre os preços de commodities.

No cenário local, o Ibovespa fechou o mês com valorização de 3,2% em reais. O fato de o Brasil ser um mercado de carrego de juros, com alta exposição à value, principalmente por conta das commodities, vem impactando positivamente o índice local. No micro, o mercado brasileiro está atrativo, sendo penalizado pelo fator macro, com uma eleição polarizada à frente, uma situação fiscal mal resolvida e reformas econômicas de grande porte paralisadas.

No mercado de Crédito Privado, não fizemos mudanças relevantes, mantendo a parcela alocada no veículo local e global.

Na parcela multimercado, o destaque positivo foi o book long bias, com o Claritas Long Bias e o Absolute Pace, gerando um alpha considerável. A parcela do fundo que mais sofreu está atrelada ao cenário internacional mais desafiador.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 12%, reduzida no início do mês. Estamos comprado no veículo de ações e vendido numa parcela via Ibovespa futuro e via opções, de forma tática a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de -0,08% durante o mês e acumula 4,34% no ano (132% do CDI).

O mês de abril foi desafiador para os ativos de risco. A percepção do Fed estar behind the curve e adotar um tom mais hawkish gerou como consequência uma forte abertura nas treasuries americanas, com o título de 10 anos chegando ao patamar de 3%, num ambiente de inflação pressionando fortemente. Essa postura mais contracionista fez com que os mercados acionários se desvalorizassem fortemente durante o mês. O S&P500 cedeu 8,8% e o Nasdaq 13,3% em dólar. O efeito altista das taxas de juros foi naturalmente mais prejudicial para as empresas de alto crescimento e tecnologia. Na China, os lockdowns durante o mês de abril impactaram o mercado de commodities, com o minério de ferro se desvalorizando 4,2%. A retirada de liquidez aliado à possibilidade da China não entregar um crescimento robusto durante o ano faz com que o mercado revise os índices de crescimento para baixo. No cenário de conflito entre Rússia e Ucrânia, houve pouco avanço no sentido de reconciliação. As sanções econômicas pelo Ocidente continuam pressionando Vladimir Putin e mantendo a pressão nos preços de commodities.

No cenário local, o Ibovespa fechou o mês com desvalorização de 9,7% em reais. Dentre os fatores que afetaram o mercado local, temos o ajuste de tom do BC americano, lockdowns na China afetaram em grande parte às empresas exportadoras de commodities, além de uma realização parcial do investidor estrangeiro, que registrou saída líquida de R$ 4,3 bilhões (no ano o saldo ainda está positivo em R$ 64 bilhões). O câmbio também teve uma desvalorização mais forte durante o mês, de 4,6%, muito pelo fortalecimento do dólar de maneira estrutural.

Na parte de juros, a taxa 10 anos, o DI Jan/31 saiu de 11,52% para 12,09% no mês, refletindo o aperto monetário global, o conflito entre Rússia e Ucrânia e a possibilidade da inflação se manter pressionada por mais tempo. Mantivemos posicionamento aplicado no DI Jan/23, que foi detrator de performance durante o mês. A abertura na parte curta da curva, além dos fatores citados, se deve ao fato do mercado acreditar que o Banco Central terá de se manter contracionista. Em sua última ata, a entidade definiu o fim do ciclo de juros a 12,75% (com um aumento de 100bps na reunião de maio). Porém, o último dado de IPCA-15 manteve a inflação bastante pressionada, tanto na abertura geral como nos núcleos. O Boletim Focus coloca a necessidade de um estímulo marginal, levando a Selic a 13,25%.

Em juro real, o mês manteve o cenário de abertura do cupom em grande parte da curva. Durante o mês, mantivemos o posicionamento nas NTN-Bs 2024, por conta do carrego elevado e o efeito curto de duration. O cupom atualmente do papel está em 5,60%, o que consideramos uma oportunidade rara no mercado.

No mercado de Crédito Privado, não fizemos mudanças relevantes durante o mês, mantendo a parcela alocada no veículo local e global. Internamente, a baixa emissão de novos papeis deixa as maiores oportunidades no mercado secundário.

Na parcela multimercado, os destaques positivos foram o SPX Nimitz, com 3,53% no mês, reflexo das posições de inclinação de curva de juros em diversas geografias. O book de long bias como um todo teve uma performance que, apesar de detratora, gerou um alfa considerável frente à bolsa. O Claritas Long Bias teve uma performance de -3,97%, do Absolute Pace de -1,25% e do Vinci Total Return de 4,47%, contra -9,7% do Ibovespa. Ao longo do mês, reduzimos a posição no Adam Macro Strategy.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 15%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma tática a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 2,37% durante o mês (256% do CDI) e acumula 4,43% no ano (183% do CDI).

O mês de março foi marcado no cenário global pela repercussão de piora do conflito entre Rússia e Ucrânia, que aparenta estar longe de uma resolução. A guerra tem colocado pressão no preço das commodities, principalmente o petróleo, o gás natural, o trigo e o níquel, colocando ainda mais pressão no gargalo logístico global.

O Banco Central americano elevou a taxa de juros em 25bps, indo a 0,5%. Já é consensual de alguns membros do Fed que será necessário acelerar o pace de alta, visto que o BC americano está behind the curve, com os dados de inflação surpreendendo para cima.

No cenário local, o Ibovespa fechou o mês com valorização de 6%. O grande diferencial de juros, a performance das commodities e a rotação de ações de crescimento para valor, continuaram a privilegiar a bolsa brasileira. Por conta do diferencial de juros e o apetite do investidor estrangeiro pelos ativos locais, o real continuou movimento de apreciação, saindo de R$ 5,16 para R$ 4,70. A bolsa brasileira em dólares é a que mais se valorizou no ano, com apreciação de 15,9%.

No book de juros, mantivemos a alocação aplicada no DI Jan/23. No mês, a curva de juros teve movimento de fechamento, principalmente na parte curta da curva. A elevação da taxa de juros pelo BC de 10,75% para 11,75% com a sinalização de elevação de 100bps na reunião de maio como terminal rate foi o principal fator desse movimento da parte curta da curva. Acreditamos que, a partir da sinalização do Banco Central, a próxima reunião já deve mirar na inflação para 2023.

Em juro real, o mês foi de fechamento do cupom em grande parte da curva. Durante o mês, aumentamos o posicionamento nas NTN-Bs 2024, por conta do carrego elevado e o efeito curto de duration. O cupom atualmente do papel está em 5,20%, o que consideramos uma oportunidade rara no mercado. O arrefecimento da inflação deve privilegiar a alocação no longo prazo.

No mercado de Crédito Privado, não fizemos mudanças relevantes durante o mês, mantendo a parcela alocada no veículo local e global. Internamente, o mercado primário mais inativo a baixa emissão de novos papeis deixa as maiores oportunidades no mercado secundário.

Na parcela multimercado, os destaques positivos foram o SPX Nimitz, com 7,33% no mês, principalmente por conta das posições tomadas em juros nos países desenvolvidas, e o book Long Bias como um todo, totalmente exposto ao Ibovespa, gerando alpha considerável frente à bolsa, devido principalmente à alocação em empresas ligadas à commodities, energia e bancos. O Claritas Long Bias teve a rentabilidade de 6,54% enquanto o Absolute Pace 6,64%. O maior detrator de performance ao longo do mês foi o IP Value Hedge, com -1,24%. A underperformance se explica devido à grande parte parcela do portfólio ser investida no exterior. Com os múltiplos esticados e o início do hike da curva de juros nos EUA, a alocação no mês foi prejudicada.

Por fim, na parcela de equities, aumentamos a exposição com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 15%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma tática a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção. O aumento de exposição se deve, principalmente, à melhor dinâmica do mercado local e o interesse do investidor estrangeiro.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 0,83% durante o mês (111% do CDI) e acumula 2,01% no ano (135% do CDI).

O mês de fevereiro foi marcado pela ata mais incisiva do Banco Central americano. O presidente Jerome Powell citou o início da elevação de juros para o mês de março, com aumento de 25bps. O ciclo de alta do consenso do mercado era de 4 movimentos de 25 bps, porém o adequado já seriam 6 altas de mesma magnitude. Os membros mais hawks do Fed defendem o início mais rápido com 50 bps para controlar a inflação.

Na Europa, não houve resolução sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia, com os russos invadindo o território ucraniano na última semana do mês. Os EUA e os principais países da União Europeia sancionaram duramente a Rússia, principalmente no setor bancário e de energia. O presidente Vladimir Putin parece irredutível para a resolução com os ucranianos, motivado pela aproximação da Ucrânia da OTAN. O conflito tem gerado diversas consequências para o mercado, como valorização de diversas commodities, como gás natural, petróleo, trigo, milho e os compostos de fertilizantes (como amônia). Esse efeito deve manter a inflação pressionada pelo mundo e deve fazer os Banco Centrais atuarem mais rapidamente na retirada de estímulos. O gargalo logístico, herança da pandemia, deve continuar por causa do conflito.

No cenário local, o Ibovespa fechou o mês com valorização de 1,39%. O grande diferencial de juros, a performance das commodities e a rotação de ações de crescimento para valor, privilegiaram a bolsa brasileira. Por conta do diferencial de juros e o apetite do investidor estrangeiro pelos ativos locais, o real continuou movimento de apreciação, saindo de R$ 5,37 para R$ 5,16.

Na parte de juros, a taxa 10 anos, o DI Jan/31 saiu de 11,35% para 11,59% no mês, refletindo o conflito entre Rússia e Ucrânia e a possibilidade da inflação se manter pressionada por mais tempo. Mantivemos posicionamento aplicado no DI Jan/23, que foi detrator de performance durante o mês.

Em juro real, o mês manteve o cenário de abertura do cupom em grande parte da curva. Durante o mês, aumentamos o posicionamento nas NTN-Bs 2024, por conta do carrego elevado e o efeito curto de duration. O cupom atualmente do papel está em 5,75%, o que consideramos uma oportunidade rara no mercado.

Na parcela multimercado, os destaques positivos foram o SPX Nimitz, com 3,09% no mês, reflexo das posições de inclinação de curva de juros em diversas geografias, e o Claritas Long Bias, com 1,78% no mês e gerando alpha considerável frente à bolsa, devido principalmente à alocação em empresas ligadas à commodities.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 12%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma tática a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 1,17% durante o mês (160% do CDI).

O mês de janeiro foi marcado pelo tom mais duro do Fed em relação à política monetária. O BC americano indica pelo menos 4 aumentos de 0,25% nas próximas reuniões, mas deve revisar para cima se a inflação continuar surpreendendo. Além disso, o mercado monitora a questão do conflito entre Rússia e Ucrânia, que deve gerar volatilidade, além de diversas sanções econômicas.

No cenário local, a entrada de R$ 32,5 bilhões de fluxo estrangeiro sustentou o crescimento do Ibovespa, com alta de 6,98% no mês. O grande diferencial de juros, a performance das commodities e a rotação de ações de crescimento para valor, privilegiaram a bolsa brasileira.

Na parte de juros, a taxa 10 anos, o DI Jan/31 saiu de 11,00% para 11,35% no mês, refletindo ainda o risco fiscal.

Na parcela multimercado, os destaques foi a classe Long Bias, ligada diretamente à bolsa, com o Vinci Total Return e o Claritas Long Bias, com 6,03% e 5,92% respectivamente.

Durante o mês, aumentamos a compra de ativos ligados à inflação através das NTN-Bs, com um carrego alto devido à forte abertura do juro real.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 12%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção. Aumentamos a posição ao longo do mês de forma tática, para acompanhar o movimento de risk-on na bolsa brasileira.

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2021

O mês de dezembro foi marcado pelo aperto de política monetária do Fed americano e pela extensão do contágio da variante omicrôn, principalmente nos EUA e Europa. No cenário local, a liquidez mais baixa, a entrada de fluxo estrangeiro e a situação bem controlada em torno da Covid-19 fizeram com que o Ibovespa interrompesse cinco meses consecutivos de perdas, gerando uma alta de 2,85% no mês.

Na parte de juros, a taxa 10 anos, o DI Jan/31 saiu de 11,38% para 11,00% no mês, refletindo o ambiente levemente mais positivo no cenário local. O Banco Central manteve o ritmo de aumento em 1,5% e elevou a Selic para 9,25%, conforme esperado. O comunicado, visto como Hawk, foi um sinal de que o BC perseguirá a meta de inflação para 2022.

O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 3,78% durante o mês, e no ano de 4,40% (86% do CDI).
Na parcela multimercado, o destaque foi a classe Long Bias, ligada diretamente à bolsa, com o Absolute Pace e o Claritas Long Bias, com 5,13% e 4,61% respectivamente.

Durante o mês, incluímos em nosso modelo o fundo Claritas Global Property Securities, de forma a manter o processo de descorrelação com os ativos locais.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 9%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 0,31% durante o mês, e no ano de 1,99% (55% do CDI).

O mês de novembro foi marcado por dois grandes eventos que resultaram num cenário de sell-off generalizado nas Bolsas globais: a descoberta da variante Ômicron e o discurso de Jerome Powell, presidente do Banco Central americano, que constatou que a inflação pode não ser transitória e a retirada dos estímulos monetários ser mais rápida que o esperado pelo consenso do mercado. No cenário local, a dificuldade na aprovação da PEC dos Precatórios também gerou volatilidade ao longo do mês.

O movimento fez com que a taxa de 10 anos, o DI Jan/31 saísse de 12,32% para 11,38% no mês, refletindo a possibilidade de nova variante ser mais deflacionária nos mercados emergentes, afetando principalmente o preço das commodities. No mês, a Bolsa terminou em queda de 1,53%, o quinto mês consecutivo de perdas, com a Bolsa no patamar mais baixo no ano, enquanto o real permaneceu flat durante o mês. 

Na parcela multimercado, apesar do mês desafiador para as Bolsas de valores, o Absolute Pace e o Vinci Total Return se destacaram, 2,5% e 2,35% respectivamente, devido principalmente às proteções nos fundos. Outro destaque foi o Claritas Quant, com 0,62%.

Ao longo do mês, continuamos a aumentar a exposição em juro real na parte curta da curva, por conta do carrego dos papéis.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em Bolsa em aproximadamente 9%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção.

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O Claritas Alocação teve uma performance de -1,46% durante outubro/21. No ano, 1,67% (56% do CDI).

O mês de outubro teve um cenário desafiador no âmbito local, descolando-se da cena global. O principal fator de volatilidade no mês ficou marcado pelo cenário fiscal, em que se colocou um “waiver” para o rompimento do teto de gastos no valor de R$ 30 bilhões. A razão do aumento é distribuir mais recursos às famílias mais vulneráveis através de auxílio social. A dúvida gerada no mercado é se a legitimidade do teto de gastos permaneceria como um rompimento temporário ou se terá um maior aumento de gastos adiante, visto que o orçamento para 2022 não foi aprovado e a PEC dos precatórios não foi solucionada.

O movimento fez com que a taxa de 10 anos, o DI Jan/31 saiu de 11,02% para 12,32% no mês, refletindo a piora do cenário. O Banco Central, apesar do tom mais hawk utilizado na ata do Copom de outubro (subindo a taxa em 150 bps para 7,75%), ainda está behind the curve. O mercado já estima a Selic a pelo menos 9,25% ao final do ano através do Boletim Focus. No mês, a bolsa terminou em queda de 6,7% e o real se depreciou 3,4% frente ao dólar, indo a 5,64.  

No cenário global, houve o início do Tapering pelo Fed, diminuindo as recompras em USD 15 bilhões, em linha com a expectativa do mercado. Na temporada de balanços trimestrais nos EUA, 73% das empresas reportaram seus resultados, com 82% reportando lucros acima das expectativas dos analistas. A temporada de resultados ajudou a sustentar o S&P500 nas máximas históricas.

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque o Adam Macro Strategy, que teve performance de 4,15% ao longo do mês, com maior exposição offshore, descorrelacionando ante aos benchmarks locais. Outro destaque foi o Claritas Quant, com 2,14%. Como destaque negativo, as classes mais expostas à bolsa local foram os grandes detratores de performance, principalmente na classe de Long Bias.   

Ao longo do mês, aumentamos a exposição em juro real na parte curta da curva, por conta do carrego dos papéis.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 9%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção.

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO CARTA MENSAL Call Economista Call Equities Call Macro Call Quant Call Crédito Call Resumo

O Claritas Alocação teve uma performance de -0,01% durante setembro. No ano, 3,17% (127% do CDI).

O mês de setembro foi marcado por diversos acontecimentos no cenário político e econômico, tanto no âmbito local como no global. A resultante desses eventos foi de abertura de juros, aumento das pressões inflacionárias, correções nas bolsas de valores e fortalecimento das moedas desenvolvidas contra as emergentes.

No cenário local, o mês foi marcado pelo ato político do 7 de setembro, o que aumentou a tensão em Brasília e dificultou a comunicação entre os poderes, bem como a tramitação das pautas na Câmara e no Senado. Além disso, a discussão sobre os precatórios, bem como a ampliação do auxílio emergencial coloca ainda mais pressão sobre o espaço fiscal no orçamento brasileiro. O DI Jan/31 saiu de 10,43% para 11,02% no mês, refletindo a piora do cenário. Há ainda diversas pressões inflacionárias no curto prazo, o que pode se deteriorar ainda mais com a possibilidade de um racionamento, motivado pela crise hídrica. O IPCA-15 de setembro girou em torno de 1,14%. O Banco Central tem usado um tom mais Hawk e se comprometeu com elevação de pelo menos 100bps na próxima reunião. O mercado já estima a Selic a 8,5% ao final do ano através do Boletim Focus. No mês, a bolsa terminou em queda de 6,6% e o real se depreciou 5,4% frente ao dólar, indo a 5,43.  

No cenário global, houve melhor sinalização do Tapering pelo Banco Central americano e deve começar no mês de novembro. O mercado americano passou por uma forte correção ao longo do mês, além das pressões inflacionárias, pelo risco sistemático trazido pela Evergrande, uma gigante incorporadora chinesa. A empresa está altamente alavancada e dá sinais que não conseguirá cumprir com o pagamento. O receio inicial do mercado era de ser um efeito generalizado, como a quebra do Lehman Brothers em 2008. No entanto, o governo chinês pode interferir no processo. Outro fator preocupante no mês foi o risco de desabastecimento na Europa, devido à forte demanda bem como a oferta restritiva, o que levou o preço do gás natural aumentar em cerca de 300% no Reino Unido.    

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque o SPX Nimitz, que teve performance de 3,49% ao longo do mês, com maior exposição offshore e apostando na alta das taxas de juros globais, descorrelacionando ante aos benchmarks locais. Outro destaque foi o Claritas Quant, com 1,23%. Como destaque negativo, as classes mais expostas à bolsa local foram os grandes detratores de performance, principalmente na classe de Long Bias.   

Ao longo do mês, aumentamos a exposição aplicada nos juros prefixados. A comunicação mais dura do Banco Central, as pressões de curto prazo já embutidas nos preços, bem como uma possibilidade baixista de revisão de crescimento justificam o aumento.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 9%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado e proteção.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de -0,75% durante o mês, e no ano de 3,19% (155% do CDI).

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque o Canvas Vector, que teve performance de 2,81% ao longo do mês, com maior exposição offshore, descorrelacionando ante aos benchmarks locais. Outro destaque foi o Claritas Long Short, com 0,85%, gerando alpha considerável frente ao Ibovespa.   

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO CARTA MENSAL Call Economista Call Equities Call Macro Call Quant Call Crédito

O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 0,25% durante o mês (70% do CDI), e no ano de 3,96% (243% do CDI).

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque o Canvas Vector, que teve performance de 2,81% ao longo do mês, com maior exposição offshore, descorrelacionando ante aos benchmarks locais. Outro destaque foi o Claritas Long Short, com 0,85%, gerando alpha considerável frente ao Ibovespa.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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Em junho/21, o Claritas Alocação FIM CP obteve desempenho de 0,56% (183% CDI). Em 2021, acumula alta de 3,71% (292% CDI).

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque o Claritas Long Bias teve performance de 1,57% ao longo do mês, gerando alpha considerável frente ao Ibovespa no mês. Outros destaques foram o Canvas Vector, com 0,95%, e o Gavea Macro II com 0,64% no mês. Ambos possuem maior exposição offshore, descorrelacionando o fundo ante ao benchmark.

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Em maio/21, o Claritas Alocação FIM CP obteve desempenho de 1,11% (414% CDI). Em 2021, acumula alta de 3,13% (326% CDI).

O cenário de maio foi muito positivo para os ativos de risco, com destaque para a bolsa brasileira, com performance de 6,16% no mês. O dólar se enfraqueceu durante o mês, com as Treasuries de 10y americanas num patamar mais controlado, fechando em 5,22, de 5,43 em abril. No cenário local, o Ibovespa recebeu fluxo estrangeiro de aproximadamente R$ 12 bilhões, o que sustentou o mercado em alta. Apesar das dificuldades em torno do cenário fiscal brasileiro e do ruído político, o mercado de juros operou com menos volatilidade. No âmbito internacional, a aceleração da vacinação nos EUA e Reino Unido continuou uma reabertura maior nos dois países, com a população americana chegando a quase 50% da população vacinada. Dessa maneira, observou-se novamente o reflation trade durante o mês, com migração dos setores de tecnologia para setores mais tradicionais das bolsas globais, como shoppings, bancos, seguradoras e empresas de energia. Com as expectativas de inflação subindo, as treasuries tiveram um movimento mais gradual, dado ao discurso ainda estimulativo do Fed.

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque os fundos com mais exposição ao Ibovespa. O Claritas Long Bias teve performance de 5,47% ao longo do mês. Outro destaque foi o Canvas Vector, em que, apesar de ser descorrelacionado com o mercado, gerou um retorno de 1,28% no período.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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Em abril/21, o Claritas Alocação FIM CP obteve desempenho de 1,36% (653% CDI). Em 2021, acumula alta de 2,00% (290% CDI).

O cenário de abril foi muito positivo para os ativos de risco, principalmente nos mercados emergentes. O dólar se enfraqueceu durante o mês, por conta do discurso mais dovish do Federal Reserve, fechando em 5,43, de 5,63 em março. No cenário local, o Ibovespa recebeu fluxo estrangeiro de aproximadamente R$ 7 bilhões, o que sustentou o mercado em alta, com 1,94% de valorização durante o mês. Apesar das dificuldades em torno do cenário fiscal brasileiro e do ruído político, o mercado de juros operou com menos volatilidade. No âmbito internacional, a aceleração da vacinação nos EUA e Reino Unido continuou a reabertura parcial nos dois países. Dessa maneira, observou-se novamente o reflation trade durante o mês, com migração dos setores de tecnologia para setores mais tradicionais das bolsas globais, como shoppings, bancos, seguradoras e empresas de energia. Com as expectativas de inflação subindo, as treasuries continuaram o movimento de abertura durante o mês, porém com movimento mais gradual, com o discurso de Jerome Powell.

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque os fundos com mais exposição ao Ibovespa, que se valorizou 1,94% durante o mês de abril. O Absolute Pace teve performance de 5,17%, gerando alpha considerável frente ao índice. Outro destaque foi o Claritas Quant, em que, apesar de ser descorrelacionado com o mercado, gerou um retorno de 3,02% no período.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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Em março/21, o Claritas Alocação FIM CP obteve desempenho de 0,41% (206% CDI). Em 2021, acumula alta de 0,64% (132% CDI).

O cenário de março foi, novamente, de muita volatilidade no mercado. No âmbito local, a grande piora na curva de casos e mortes da COVID-19 e a consequente lotação dos leitos dos hospitais gerou o fechamento dos comércios, shoppings, bares e restaurantes em grande parte do país. Isso tem feito com que as revisões de crescimento do PIB e os principais indicadores de atividade sejam revisados para baixo constantemente. Além da COVID-19, o ruído político e a indefinição fiscal seguem no mesmo ritmo do mês anterior, sem orçamento público aprovado.

Na política monetária, o Banco Central subiu a Selic na reunião de março em 75 bps, de 2,00% para 2,75%, surpreendendo o mercado, que esperava elevação de 50bps. A alta se deve, principalmente, na preocupação da entidade com as perspectivas futuras de inflação. O mercado espera uma inflação de 4,81% ao final deste ano, ante a meta de 3,75% do BC. O cenário base é de mais 75bps de elevação na reunião de maio.

No âmbito internacional, a aceleração da vacinação nos EUA e Reino Unido gerou reabertura parcial nos dois países. Dessa maneira, observou-se novamente o reflation trade durante o mês, com migração dos setores de tecnologia para setores mais tradicionais das bolsas globais, como shoppings, bancos, seguradoras e empresas de energia. Com as expectativas de inflação subindo, as treasuries continuaram o movimento de abertura durante o mês, porém com movimento mais lento em relação a fevereiro.

O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 0,41% durante o mês (206% do CDI), e 0,64% no ano (132% do CDI).

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque os fundos com mais exposição ao Ibovespa, que se valorizou 6% durante o mês de março. O Absolute Pace teve performance de 6,48%, gerando alpha considerável frente ao índice. Outro destaque foi o IP Value Hedge, em que boa parte da carteira está alocada em ações offshore, o fundo se valorizou 3,38% ao longo do mês.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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Em fevereiro/21, o Claritas Alocação FIM CP obteve desempenho de 0,29% (212% CDI). Em 2021, acumula alta de 0,23% (81% CDI).

O cenário do mês de fevereiro foi de bastante incerteza no mercado. No âmbito local, o ruído político em torno da interferência na gestão da Petrobrás fez com que o Ibovespa fechasse o mês com queda de 4,38%, com o aumento do prêmio de risco Brasil e stress com abertura na curva de juros. No cenário global, a forte abertura das treasuries de 10 anos teve movimento expressivo ao longo do mês. Isso se dá pela expectativa de reabertura gradual das economias, principalmente com a aceleração do ritmo de vacinação nos EUA e Reino Unido, além do grande pacote fiscal aprovado pelo Senado americano. Esse fator vem prejudicando a performance das ações mais voltadas à tecnologia e beneficiando empresas mais defensivas (reflation trade). O movimento fez com que o dólar se fortalecesse frente às moedas, saindo de 5,46 no fechamento de janeiro para 5,61 em fevereiro.

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque os fundos com pouca exposição a Brasil, como a alocação no fundo SPX Nimitz, com performance de 5,43% no mês. O fundo se expõe em grande parte a ativos no exterior, onde conseguiu gerar retorno com consistência . Além disso, o Claritas Quant, com rentabilidade de 2,04% no mês foi um grande destaque, ainda mais com exposição apenas na bolsa brasileira. O fundo é bastante descorrelacionado com o Ibovespa. Os maiores detratores de performance foram às parcelas com mais net exposure ligados ao Ibovespa, principalmente no setor de commodities.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de -0,06% durante o mês de janeiro/2020.

O cenário no mês de janeiro se modificou consideravelmente em relação ao fechamento de 2020. O ruído político nas eleições da Câmara e do Senado, bem como a possibilidade de uma ampliação do auxílio emergencial e o ceticismo em relação às reformas trouxeram bastante volatilidade ao mercado ao longo do mês. No cenário global, a saída conturbada do ex-presidente americano, Donald Trump, bem como o processo de vacinação mais lento que o esperado gerou incertezas no mercado. Dessa maneira, o Ibovespa se desvalorizou 3,32% durante o mês. Apesar de fluxo estrangeiro positivo para os países emergentes, o dólar se apreciou frente ao real, de 5,19 para 5,46 no fechamento do mês.

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque as posições mais protetivas, como a alocação no fundo Gávea Macro II, com performance de 1,1% no mês. O fundo se expõe em grande parte a ativos no exterior, onde conseguiu gerar retorno com consistência . Além disso, o Claritas Long Short, com rentabilidade de 0,35% no mês foi um grande destaque, ainda mais com exposição apenas na bolsa brasileira. Os maiores detratores de performance foram às parcelas com mais net exposure ligados ao Ibovespa.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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2020

O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 1,38% (836% CDI) durante o mês de dezembro e acumulou 4,59% (166% CDI) em 2020.

Na carteira multimercado, o fundo teve como destaque as posições mais expostas à bolsa, como a alocação nos fundos long bias. O Claritas Long Bias teve uma performance de 5,66% durante o mês, devido a um melhor ambiente de risk on. Destaque também para a performance do SPX Nimitz, que teve rentabilidade de 2,2%.

Por fim, na carteira de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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O fundo Claritas Alocação teve uma performance de 1,73% durante o mês de novembro e acumula 3,22% e 2020.

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque as posições mais expostas à bolsa, como a alocação em fundos long bias e long short. O Absolute Pace teve uma performance de 13,72% no mês e o Claritas Long Bias de 11,15%, devido, principalmente, a um melhor ambiente para o risk on. Na parcela long short, destaque para o IP Value Hedge, com performance de 5,79% no mês, aproveitando-se tanto do cenário de renda variável local como internacional.

Por fim, na parcela de equities, estamos com uma posição net long em bolsa em aproximadamente 10%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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No mês de outubro, o Claritas Alocação rendeu -0,09%. No ano, acumula ganho de 1,41% (58% CDI).

Na parcela multimercado, o fundo teve como destaque o fundo NW3 Event Driven (+1,74%) no mês, com o reaquecimento do mercado de fusões e aquisições e da indústria de Merger Arbitrage como um todo. O SPX Nimitz (+1,51%) no mês foi outro destaque positivo, com posicionamentos alocados em grande parte no exterior e preocupação com o cenário fiscal brasileiro. Por fim, o Claritas Quant (+0,53%) foi bastante resiliente durante o mês, agregando bastante com sua descorrelação com outras classes de ativo.

Por fim, equities manteve a posição net long em bolsa em aproximadamente 6%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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No mês de setembro, o Claritas Alocação rendeu -1,50%. No ano, acumula ganho de 1,51% (66% CDI).

Durante o mês, houve uma grande realização das bolsas internacionais, com a eleição americana entrando no radar do mercado e uma 2ª onda de Covid-19 em diversos países europeus, com destaque para o Reino Unido e Espanha. No cenário local, além de todo o ruído do exterior, o governo tentou
lançar o Renda Cidadã, uma nova versão do programa assistencialista Renda Brasil, porém, com a possibilidade de rompimento do teto de gastos. Esse evento resultou numa forte abertura das curvas de juros, com o mercado querendo mais prêmio por conta do risco fiscal. Dessa forma, permanecemos fora do mercado de juro real, com posição zerada nas NTN-B´s.

Na parcela multimercado, o fundo teve resultado negativo nas parcelas mais alocadas em bolsa (longbias), muito por conta da queda de 4,80% do Ibovespa durante o mês. Os fundos que mais seguraram o portfólio no mês foram: Gávea Macro II (-0,11%) e SPX Nimitz (-0,14%), devido à grande diversificação e à posições mais protetivas no portfólio, tanto no âmbito local como no internacional.

Por fim, equities manteve a posição net long em bolsa em aproximadamente 6%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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No mês de agosto, o Claritas Alocação rendeu 0,06% representando 35% do CDI. No ano, acumula ganho de 3,05% (144% do CDI).

Durante o mês, o crescimento da preocupação quanto ao risco fiscal no país, bem como à possível ruptura do teto de gastos fez com que optássemos por zerar a parcela alocada nas NTN-B e na curva DI, uma vez que o stress na curva permaneceu muito alto durante o mês. A visão é voltar a aplicar nas NTN-B com duration menor para diminuir a volatilidade e atuar de maneira mais tática.

Na parcela multimercado, destaque positivo para o IP Value Hedge com rentabilidade de 4,49% no mês.O fundo aloca grande parte de seu capital em ações estrangeiras e foi muito beneficiado pela renovação dos highs do S&P500 e da Nasdaq. Outro destaque positivo no mês foi o Occam Retorno Absoluto, com retorno de 2,36%, migrando parte do risco do fundo para o book de equities. Pelo lado negativo, o Claritas Long Bias fechou o mês com performance de -3,36%.

Ainda no mês de agosto, abrimos posição no Gávea Macro II, fundo multimercado macro focado na gestão de juros e moedas, principalmente offshore, na visão de trazer ainda mais descorrelação para o produto.

Por fim, equities manteve a posição net long em bolsa em aproximadamente 6%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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Em julho, o Claritas Alocação rendeu 1,51% (776% do CDI). No ano, acumula 2,99% de alta, representando 153% do CDI.

A carteira não teve nenhuma mudança em relação à sua alocação no mês anterior, se mantendo comprada em inflação implícita, aproveitando-se do fechamento das taxas de juros reais e mantendo a preocupação quanto ao cenário fiscal e uma possível inclinação da curva.

Na parte de multimercado, destaque positivo do mês para a alocação do Absolute Pace com performance de 8,20% no mês e do IP Value Hedge, que rendeu 5,32% no mês. Todos os fundos alocados tiveram performance positiva durante o mês.

Por fim, equities manteve a posição net long em bolsa em aproximadamente 6%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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