Claritas Alocação FIM

ESTRATÉGIA – Multimercado Dinâmico

2020

No mês de setembro, o Claritas Alocação rendeu -1,50%. No ano, acumula ganho de 1,51% (66% CDI).

Durante o mês, houve uma grande realização das bolsas internacionais, com a eleição americana entrando no radar do mercado e uma 2ª onda de Covid-19 em diversos países europeus, com destaque para o Reino Unido e Espanha. No cenário local, além de todo o ruído do exterior, o governo tentou
lançar o Renda Cidadã, uma nova versão do programa assistencialista Renda Brasil, porém, com a possibilidade de rompimento do teto de gastos. Esse evento resultou numa forte abertura das curvas de juros, com o mercado querendo mais prêmio por conta do risco fiscal. Dessa forma, permanecemos fora do mercado de juro real, com posição zerada nas NTN-B´s.

Na parcela multimercado, o fundo teve resultado negativo nas parcelas mais alocadas em bolsa (longbias), muito por conta da queda de 4,80% do Ibovespa durante o mês. Os fundos que mais seguraram o portfólio no mês foram: Gávea Macro II (-0,11%) e SPX Nimitz (-0,14%), devido à grande diversificação e à posições mais protetivas no portfólio, tanto no âmbito local como no internacional.

Por fim, equities manteve a posição net long em bolsa em aproximadamente 6%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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No mês de agosto, o Claritas Alocação rendeu 0,06% representando 35% do CDI. No ano, acumula ganho de 3,05% (144% do CDI).

Durante o mês, o crescimento da preocupação quanto ao risco fiscal no país, bem como à possível ruptura do teto de gastos fez com que optássemos por zerar a parcela alocada nas NTN-B e na curva DI, uma vez que o stress na curva permaneceu muito alto durante o mês. A visão é voltar a aplicar nas NTN-B com duration menor para diminuir a volatilidade e atuar de maneira mais tática.

Na parcela multimercado, destaque positivo para o IP Value Hedge com rentabilidade de 4,49% no mês.O fundo aloca grande parte de seu capital em ações estrangeiras e foi muito beneficiado pela renovação dos highs do S&P500 e da Nasdaq. Outro destaque positivo no mês foi o Occam Retorno Absoluto, com retorno de 2,36%, migrando parte do risco do fundo para o book de equities. Pelo lado negativo, o Claritas Long Bias fechou o mês com performance de -3,36%.

Ainda no mês de agosto, abrimos posição no Gávea Macro II, fundo multimercado macro focado na gestão de juros e moedas, principalmente offshore, na visão de trazer ainda mais descorrelação para o produto.

Por fim, equities manteve a posição net long em bolsa em aproximadamente 6%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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Em julho, o Claritas Alocação rendeu 1,51% (776% do CDI). No ano, acumula 2,99% de alta, representando 153% do CDI.

A carteira não teve nenhuma mudança em relação à sua alocação no mês anterior, se mantendo comprada em inflação implícita, aproveitando-se do fechamento das taxas de juros reais e mantendo a preocupação quanto ao cenário fiscal e uma possível inclinação da curva.

Na parte de multimercado, destaque positivo do mês para a alocação do Absolute Pace com performance de 8,20% no mês e do IP Value Hedge, que rendeu 5,32% no mês. Todos os fundos alocados tiveram performance positiva durante o mês.

Por fim, equities manteve a posição net long em bolsa em aproximadamente 6%, comprado no veículo de ações e vendido no Ibovespa, de forma a capturar o alpha de forma mais resiliente no mercado.

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